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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sábado, 4 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 169- ARCA DA ALIANÇA..... SIM, MAS COM QUEM?



"Mito ou realidade? Mito soberbo em todo o caso, vindo das profundezas dos séculos - e ressaca do futuro" 
(louis Pauwels & Jacques Bergier - O Despertar dos Mágicos)








Talvez um dos personagens mais misteriosos de toda a História tenha sido Moisés, o Patriarca Hebreu. Quem foi na verdade este homem, um líder e o guia de todo um povo, libertando-o nos tempos bíblicos da cruel opressão e da escravidão no Egito dos faraós?


Dizem os relatos bíblicos que certo dia a princesa do Egito, a filha do faraó, banhava-se no rio quando subitamente ela e as suas serviçais avistaram um cesto de juncos que boiava nas serenas águas do Nilo. Dentro desse cestinho, estava uma linda criança - supostamente rejeitada e abandonada por uma família do Povo Judeu, o qual era escravo dos egípcios naqueles tempos.


A criança foi recolhida e adotada pela princesa, segundo consta. Porém, dizem as "boas línguas" (elas, apesar de mais ferinas, são sempre bem melhores do que as más) que verdadeiramente a princesa teria "dado os seus pulinhos", sabe-se lá com quem e escondido a sua gravidez, temendo a ira do pai e montado essa farsa com a cumplicidade das suas escravas, uma vez que as princesas somente deveriam casar no seio da própria realeza. Qualquer uma outra coisa em contrário seria considerada uma profanação, passível de ser severamente punida.


Aquela criança, cujo nome foi estabelecido como MOISÉS - ou se preferirmos, no mais puro egípcio arcaico, MASSES - foi criada com bastante privilégios dentro do próprio palácio e sempre sob a égide da tal princesa. Diz ainda a Bíblia, num trecho por sinal bastante revelador, que "Moisés foi educado nos MISTÉRIOS EGÍPCIOS" - ou seja, foi INICIADO na Escola de Mistérios que oficiava nas terras do Nilo!


Como nenhum segredo pode ser mantido por durante muito tempo, há indícios que quando adulto Moisés tenha sabido de alguma forma que nas suas veias corria o sangue da realeza egípcia. Uma intriga bem palaciana: ao que tudo pressupõe, possivelmente com a morte do faraó ele teria reivindicado seu direito ao trono, o que obviamente foi-lhe negado, tornando-o um proscrito - uma "pedra no sapato" dos que ambicionavam o trono! Essa suposição é confirmada pela Bíblia quando diz, logo no início do Capítulo do Êxodo: - "Por fim morreu o faraó..... E com o tempo se levantou um novo rei sobre o Egito".


Aqui, uma estatueta em ouro muito antiga que retrataria Moisés, tendo na mão o símbolo de MAAT - a deusa da verdade e da justiça no Antigo Egito. Note-se que o artista o retratou usando a coroa de um príncipe! E a cena, aliás, é não somente expressivamente dramática como também bastante explícita e sugestiva. Quase que podemos "lê-la": - "ele queria, por justiça, o título de príncipe do Egito"!


Muito embora haja controvérsias, pois a Bíblia não especifica claramente nomes, apenas cita Piton (?) e Ramsés, o faraó do seu tempo (ou aquele que ascendeu ao trono na época de Moisés), teria sido Ramsés II, cujo "cartucho" contendo seu nome pode ser visto na imagem acima. Na parte inferior, podemos ler seu nome, da direita para a esquerda: RA + MASSES - significando "Nascido de Rá", ou ainda "Filho de Rá".


E se cortarmos a parte final desse nome, veremos porque exatamente Moisés fora chamado de MASSES, ou seja NASCIDO DE...., ou FILHO DE..... - em suma, nascido de um pai ignorado e, portanto, um EGÍPCIO!


Ramsés II foi um soberano muito enérgico e vigoroso, teve várias esposas e centenas de filhos. Obviamente que a simples presença de Moisés incomodava demais pelo fato de ele possivelmente representar uma ameaça à hegemonia da família real. A Bíblia cita o episódio que culminou na sua proscrição, quando em visita ao acampamento dos escravos Judeus atacou e matou um oficial egípcio! Havia uma identidade muito forte entre Moisés e o Povo Judeu. Pode até ser que após a sua expulsão do palácio real tenha se refugiado nos acampamentos dos Judeus. Acredita-se, por outro lado, que ele, preterido nos seus direitos, resolveu deixar o Egito e assim reinar como soberano em uma terra prometida para a qual libertaria e conduziria os escravos Judeus.


Nesse ponto, juntamente com o misterioso Aarão, resolveu abertamente, e em pessoa, desafiar o faraó, intimando-o a libertar o Povo Judeu, deixando-o se retirar do Egito sob seu comando. Nessa ocasião a Bíblia relata algo verdadeiramente surpreendente: munido dos artefatos fornecidos pelo Senhor, Moisés realizou prodígios diante da corte do faraó. Contudo, os magos egípcios ali presentes responderam com a mesma moeda..... ou seja, REALIZANDO PRODÍGIOS SEMELHANTES - em suma um autêntico duelo de magia, ou se preferirmos, um antigo duelo de TECNOLOGIAS! Obviamente a tal proposta de libertação do Povo judeu foi de pronto repelida, uma vez que os escravos eram considerados importantes no trabalho das grandes construções egípcias. Após algumas idas e vindas, Moisés, sempre instruído pelo "Anjo do Senhor" - com o qual manteve o contato inicial no Monte Horebe ao avistar no deserto uma "sarça ardente que o fogo não consumia" - ameaçou o Egito com severas pragas que afligiriam o povo e o próprio país até que tal permissão lhe fosse concedida.


"Pragas" que, de fato, aconteceram e ficaram conhecidas na História como "As Sete Pragas do Egito". Ataques de "insetos", notadamente "vespas"; as águas do Nilo tornando-se vermelhas como sangue e contaminadas matando todos os peixes através de um "bastão" fornecido a Moisés pelo Senhor; epidemias humanas causando horríveis furúnculos através de uma "cinza" lançada ao ar por Moisés; animais enlouquecidos invadindo as cidades; saraiva de fogo e de trovões; escuridão no céu geradas através de estranhas "nuvens escuras"; e finalmente a pior: em todas as famílias egípcias (inclusive na do próprio faraó) os primogênitos inexplicavelmente morreram em uma só noite! Enfim, nada que uma avançada tecnologia (que, como vimos, incluiu até uma espécie de guerra bacteriológica) por trás de Moisés pudesse deixar de fazer! E é necessário que saibamos algo por sua vez muito interessante: a palavra hebraica para "vespas" significa "máquina voadora"! E até mesmo mais tardiamente, quando se aproximavam da Terra Prometida, essas "vespas" tiveram uma missão muito especial: Moisés questionou o Senhor quanto à presença dos outros povos que lá iria encontrar, ao que Ele respondeu: - "Mandarei adiante de ti as vespas que porão em fuga o Heveu e o Cananeu e o Heteu, antes da tua chegada" (Êxodo Cap. 23, Vs.28).


Mas, diante do clamor do povo egípcio, já intensamente "bombardeado" por aquelas estranhas "pragas", acreditamos que muito principalmente pelas "vespas", o faraó não teve outra alternativa a não ser permitir a partida do Povo Judeu sob o comando, é claro, de Moisés. Durante muito tempo os ensinamentos da Bíblia foram considerados pelos céticos como simples lendas ou meras tradições orais de um povo. Contudo, já está mais do que provado que a Bíblia TINHA RAZÃO E RELATA FATOS HISTÓRICOS, porém e compreensivelmente descritos na linguagem simples da época. As evidências, portanto, começam a surgir, provando que toda a epopéia do Êxodo foi uma realidade. Acima, vemos o Papiro Ipuwer , datado do Médio Império, descoberto no Século XIX e levado para o Leiden Museum, Holanda, e que, como o nome bem o diz, foi escrito por um tal Ipuwer que parece ter sido uma testemunha ocular das tais pragas do Êxodo. Esse papiro descreve doenças, fome, mortes, fuga de escravos e outras tragédias nas terras do Egito. Textualmente, conforme traduzido por Gardner, em síntese ele revela: "A praga está por toda a terra, há sangue em toda parte. O rio tornou-se em sangue. Há sede. Portões e colunas são consumidos pelo fogo. Os grãos pereceram em todas os lugares. A terra está escura. O gado perece. Só há lamentações. Não há casa alguma em que não haja mortos.


Essa estela elaborada no tempo do faraó Mer-en-Ptah é uma outra prova conclusiva, uma vez que menciona o episódio do Povo de Israel deixando as terras do Egito, sem qualquer dúvida se referindo ao Êxodo. Por sinal, Mer-en-Ptah foi o soberano que sucedeu a Ramsés II. (FOTO: © Bryant Wood)


Há, porém, provas muito mais concretas! Recentemente foram encontradas mais evidências que atestam a realidade do Êxodo: em Wadee El-Mukattab, no Sinai, o Povo Judeu deixou gravadas nas rochas essas marcas da sua passagem!


E também por todo o trajeto percorrido, várias outras marcas dessa passagem foram deixadas. Acima, podemos ver o Menorah, tradicional símbolo judáico.


Aqui, mais inscrições.


E também outras! Esses relevos acima tornam-se muito significativos, uma vez que mostram, quase na parte superior direita, algo muito revelador e sempre presente naquela rota de fuga: UMA ESTRELA!


Uma perfeita simbologia, uma vez que os relatos bíblicos dizem claramente que uma certa "nuvem" muito luminosa guiava a jornada dos retirantes, por vezes à frente ou, quando necessário, passando para a retaguarda de modo a protegê-los.


Muito estranhamente, o tal "Senhor" e os seus "Anjos" somente se revelavam a Moisés (e a mais ninguém), sempre o fazendo com a sua enorme e muito luminosa "nuvem" no topo das altas montanhas, e sempre ao "som de buzinas, dos trovões, dos lampejos" e do próprio monte "fumegando", tal como foi o caso do episódio do Monte Sinai. - "Mas ninguém pode subir contigo, nem tampouco se veja alguém mais em todo o monte, ainda mais, nem rebanho nem manada devem pastar diante deste monte" (Êxodo, Cap. 34, Vs. 3).


E ao que tudo indica, e sempre de acordo com os relatos bíblicos, por ocasião da entrega das Tábuas da Lei, os "Anjos do Senhor" também se fizeram presentes. Há uma passagem bíblica muito interessante na qual o Senhor dissera a Moisés: "Eu vos trouxe SOBRE AS ASAS DE ÁGUIA E VOS TOMEI PARA MIM".


Os Dez Mandamentos (que na verdade foram QUINZE já que a Igreja Católica muito mais tarde suprimiu cinco) passados a Moisés pelo Senhor em meio a uma grande manifestação luminosa sobre o Sinai, representaram uma forma de transmitir noções primárias de higiene, civilidade e de ordem moral e social aos retirantes - fornecendo assim a Moisés um instrumento muito eficaz para manter o controle da situação que, por sua vez, ficava cada vez mais difícil.


Pois, com o passar do tempo alguns retirantes já cansados e meio descrentes não estavam lá muito satisfeitos com a sua situação, chegando mesmo a se revoltar contra Moisés e o Senhor. São notáveis os episódios da adoração por parte deles ao "Bezerro de Ouro" (que nada mais era do que o TOURO ÁPIS EGÍPCIO) e das constantes reclamações daqueles que preferiam "retornar à escravidão no Egito, onde pelo menos podiam comer pães e carnes e não mais passar fome".


Mas, para acalmar a situação, o Senhor fez cair DO CÉU, além de uma chuva de codornas, o Maná - uma substância nutritiva gelatinosa que servia como alimento e que, tal como as NOSSAS modernas gelatinas, se derretia quando exposta ao grande calor e também se deteriorava quando mal acondicionada. Uma substância, por sinal, idêntica ao curioso fenômeno que atualmente ocorre quando da manifestação dos UFOs: o chamado "Cabelo de Anjo", criado talvez pelo campo de força da nave. Lembremos que os pássaros também são afetados pela presença dos UFOs, precipitando-se ao solo totalmente desorientados, ocasião em que podem ser facilmente capturados. Mas, êta povinho difícil aquele! Não é que mesmo assim os descontentes continuavam a reclamar?: - Quem nos dará carne pra comer? Como nos lembramos dos peixes que costumávamos comer de graça no Egito, dos pepinos e das melancias, e dos alhos e das cebolas! Nossos olhos não vêem nada senão o Maná".


Fazia-se, pois, necessário usar de "mão de ferro" para controlar a massa. Até mesmo uma certa "Coluna de Fogo" sempre se manifestava diante da multidão - a qual, além de iluminar o caminho a ser seguido, servia como uma eficiente maneira de atemorizar. E também, reunindo o útil ao agradável, "acalmar" os ânimos revoltados, mantendo assim a "fé" em Moisés e no Senhor. Aliás, o Papiro Ipuwer (visto mais acima) menciona que desde o Egito se podia ver "uma coluna de fogo ao longe", precisamente no caminho dos retirantes! Por sua vez, era mesmo uma proteção muito eficaz e poderosa, já que um certo Coré, ou Corá, se rebelou juntamente com um grupo de seguidores contra o comando de Moisés, tentando usurpar-lhe o controle da situação. Então, o que a Bíblia descreve como um "Fogo do Senhor" tragou as suas tendas fazendo-os "descerem vivos ao inferno", matando ele e os seus 250 homens. E em uma outra investida, logo a seguir, exterminando nada menos que 14.700 deles, incluindo os seus familiares! Um Senhor certamente muito beligerante e vingativo: -".....Isso deve ser guardado como testemunho para os filhos da rebeldia, a fim de que cessem seus resmungos contra mim, para que não morram". Um argumento verdadeiramente "irresistível"!


- "E o Senhor disse a Moisés: No dia do primeiro mês, no primeiro do mês, deves erigir o tabernáculo da tenda de REUNIÃO. E terás que colocar nele a Arca do testemunho e vedar com cortina a aproximação à Arca, cobrindo-a com um véu. Também colocarás o castiçal e ACENDERÁS AS SUAS LÂMPADAS".Sutilíssimo, não? Há, porém, algo mais (e os grifos continuam nossos): - "Então a NUVEM encobriu a Tenda da Congregação e a Glória do Senhor encheu o Tabernáculo, de maneira que Moisés não podia entrar na tenda ENQUANTO A NUVEM FICAVA SOBRE ELA E A GLÓRIA DO SENHOR ENCHIA O TABERNÁCULO. Portanto, A NUVEM DO SENHOR estava de dia sobre o Tabernáculo e o FOGO estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda casa de Israel, em todas as suas jornadas". Curiosamente, o Senhor exigia sacrifícios de animais domésticos (SEMPRE os comestíveis e ainda exigia que fossem assados, pois o cheiro era por Ele considerado "repousante"!), como também cereais, azeites, farinhas, bolos, e outras guloseimas que deveriam ser deixados no interior da tenda como "homenagens" a Si. Extremamente sutil! Para quê o Verdadeiro Deus (estamos logicamente nos referindo ao Deus Universal que por sinal não tem forma e nem se intromete em assuntos humanos), iria querer se alimentar, ou melhor, ser "homenageado", com coisas assim tão profanas e tão terrestres? Não tem a menor lógica! E enquanto o povo passava fome, o Senhor exigia diariamente uma "dieta", ou se preferirmos uma "oferenda", contendo tenros "carneirinhos de um ano cada, pela manhã e um outro entre duas noitinhas, e a décima parte de uma medida de flor de farinha com um quarto de azeite batido e uma oferta de bebida de vinho".


"É possível que a teoria dos Antigos Astronautas só venha a ser confirmada daqui a muito tempo. Teremos todos desaparecidos antes de a prova decisiva ser descoberta ou antes de se produzir um novo contato público. Para nós, isso não é essencial. Nem em Filosofia nem em Ciência o momento presente é absoluto. A nossa tarefa consiste em esclarecer os espíritos e o pensamento, a fim de compreendermos exatamente o que a teoria das visitas, no passado longínquo, encerra e conseguir com ela uma maior compreensão do Universo em geral e da Terra em particular. Trabalhamos somente para o futuro. O que consola é que, a despeito das agitações e da controvérsia, da difamação pessoal, das acusações de fraude, das críticas tacanhas, uma compreensão mais verdadeira do mundo será o apanágio de um futuro mais feliz"
(Dr. Luis E. Navia - Professor do New York Institute of Technology)


Problemas de ordem e disciplina à parte, para finalmente se livrarem de um longo cativeiro que durou 430 anos, havia, porém, um sério obstáculo para deixar o Egito em direção à Terra Prometida de Canãa, para a qual a tal "Coluna de Nuvens e de Fogo" guiava os fugitivos: a travessia do Mar Vermelho (foto de satélite acima)! E foi precisamente em um lugar denominado Pi-Hairote, segundo a Bíblia, que o Povo Judeu acampou antes de proceder essa travessia.


O faraó, contudo, não aceitava a humilhação de tal derrota e a Bíblia nos dá conta que nessa ocasião foram despachados nada menos que 600 carros de guerra equipados com os temidos soldados egípcios com a missão de destruir os fugitivos sem a menor piedade.


Nesse ponto, mais uma vez, grande parte dos fugitivos perdeu a crença em Moisés e no Senhor, quando avistou a grande massa de guerreiros egípcios que vinha acuá-los e começou a praguejar. Mais uma vez, Moisés seguiu as instruções que recebia e subitamente o Mar Vermelho se fendeu, abrindo uma passagem! A Bíblia, aliás, nos revela que Moisés era detentor de uma misteriosa "vara", ou "bastão", fornecida pelo Senhor, a qual prontamente acionava as defesas contra os inimigos.


Foi, de fato, um fenômeno tão formidável e fantástico que tal passagem permitiu a travessia dos fugitivos, em meio a enormes muralhas de água - à direita e à esquerda!


O exército egípcio, logicamente, aproveitou-se da tal passagem e arremeteu com toda a carga contra os fugitivos, ocasião em que a tal "Nuvem" que acompanhava tudo, passou para a retaguarda e literalmente atacou os soldados e seus carros - segundo a Bíblia causando grande confusão, destruindo muitos carros de guerra e arrancando as suas rodas. - "E o ANJO DE DEUS, que caminhava na frente do acampamento de Israel, levantou-se e foi para detrás deles; e com ele ao mesmo tempo a COLUNA DE NUVENS, deixando a frente, parou detrás dela entre o acampamento dos egípcios e o acampamento de Israel". Uma brilhante operação estratégica de guerra, tipicamente militar, ou seja, surpreender e dizimar o inimigo desde a sua retaguarda!


O desfecho mais surpreendente, porém, ainda estava por vir: a um gesto de Moisés, as águas retornaram ao seu lugar, de um só golpe tragando todo o numeroso exército do faraó de modo que não sobrou um guerreiro sequer!


Simplesmente um mito, meramente uma lenda, algo impossível? NÃO, MIL VEZES NÃO! Modernos pesquisadores, tal como o notável arqueólogo Ron Wyatt (foto) têm dedicado as suas vidas para provar que tudo aquilo relatado no episódio bíblico do Êxodo se tratou realmente de fatos VERDADEIROS e além de tudo HISTÓRICOS!


Recentemente, expedições submarinas ao fundo do Mar Vermelho localizaram justamente nesse local da tragédia os indiscutíveis e carcomidos restos dos..... ANTIGOS CARROS DE GUERRA EGÍPCIOS!


Aqui, vemos a roda de um deles!


E aqui uma outra roda, contendo inclusive parte do seu eixo. Acima dela, alguns outros milenares destroços.


Nessa outra foto, vemos o que parece ser o apoio do condutor de um carro de guerra.


E aqui uma outra roda. A pergunta que logo surge é: - Como tudo isso pôde ser autêntico (como de fato É) e ter se conservado assim por durante mais de 3 mil anos? A resposta dos arqueólogos é, no entanto, bastante simples: - os corais que através dos tempos recobriram tais restos mantiveram as suas formas. Contudo, lamentavelmente não se pode nem pensar em removê-los pois se forem tocados inapelavelmente logo se desintegrarão.


E aqui está um relevo egípcio mostrando o próprio faraó Ramsés II no seu carro de guerra. Note-se que o formato das rodas coincide amplamente com tudo aquilo que repousa no fundo do Mar vermelho! Ramsés II, aliás, parece ter sido um dos poucos a escapar do massacre causado pelas tais "nuvens" e pela Glória do Senhor" à totalidade do seu exército. A Bíblia relata que o próprio faraó acompanhou a sua expedição punitiva mas, como sempre acontece até mesmo nos dias de hoje, o comandante sempre fica estrategicamente ao longe, acompanhando tudo.


Mas afinal de contas, porque o faraó tinha tanto interesse assim em deter os Judeus em fuga? A resposta parece ser uma só: ELES LEVAVAM DO EGITO A ARCA DA ALIANÇA! Lembremos que Moisés, Iniciado nos Mistérios Egípcios, justamente por esse fato deve ter tido acesso ao objeto mais sagrado e que servia como uma espécie de suporte mágico à realeza e ao poderio do Egito, garantindo a sua proteção e também, o melhor de tudo,.... O CONTATO DIRETO COM OS DEUSES! A representação acima, aquela que seria mais aproximada da tal Arca, é descrita na Bíblia como tendo dois "Querubins" que estendiam as suas asas por cima dela e dos seus varais. "Querubins" que bem poderiam ser interpretados como ANTENAS, e varais, por sua vez, como elementos isoladores para fins de transporte! Por outro lado, relembremos que os relatos bíblicos mencionam ainda que Ela era dotada de LÂMPADAS! Tudo muito, muito tecnológico para aquela distante época!


Um antigo relevo egípcio, cuja reprodução vemos acima, aliás, nos mostra que bem antes de Moisés surgir em cena a Arca da Aliança já era altamente sagrada, cuidadosamente preservada e reverentemente adorada nas terras do Nilo pelos mais altos iniciados que oficiavam nos secretos santuários egípcios.


Aqui, novamente um antiqüíssimo relevo nos mostra o velado simbolismo da Arca, tudo sugerindo que ela servia para diretamente se comunicar com os "deuses".


Um simbolismo, aliás, espalhado por todo o Antigo Egito - como se pode depreender desse ornamento situado no interior de um templo, em Edfou.


Porém, após uma longa jornada que durou quarenta anos, finalmente o Povo Judeu se estabeleceu na Terra Prometida. Com a morte de Moisés, a Arca da Aliança foi colocada sob adoração em um santuário secreto no Templo de Salomão, soberano este que, conforme assegura a Bíblia, continuou a manutenção dos contatos com o Senhor e a sua indefectível e sempre presente "Nuvem Guardiã".


O certo é que a posse da Arca da Aliança desde a época do Êxodo gerou uma série de ferozes retaliações egípcias contra o Templo de Salomão, sempre repelidas com sucesso. Mas somente até o reinado de Shashank-Meri-Amen, por volta de 966 A.C., quando esse soberano e os seus exércitos, logrando êxito nas suas investidas, saquearam o Templo resgatando a posse da Arca e levando-a de volta ao Egito, triunfalmente para os santuários da cidade de Tanis.


Todavia, a proteção que recaía sobre Salomão e que parece ter sido retirada, não mais fazia jus aos egípcios, uma vez que repentinamente uma força terrível, e decididamente não humana, de um só golpe não deixou pedra sobre pedra na outrora opulenta e suntuosa cidade de Tanis, tornando-a totalmente destruída!


As ruínas de Tanis estiveram encobertas pelas escaldantes areias do deserto egípcio até o ano de 1929 quando foram descobertas pelos arqueólogos franceses Pierre Montret e George Goyon, os quais estavam justamente seguindo as sempre insistentes pistas e tentando encontrar a Arca da Aliança.


Causou espanto aos arqueólogos a inexplicável e verdadeira devastação que de um só golpe destruiu toda uma enorme e além de tudo riquíssima cidade egípcia. Tanis sofrera um ataque aéreo, mas não ocasionado por máquinas até então conhecidas. O que quer que a tenha destruído veio efetivamente do céu! Os arqueólogos franceses descobriram diversos túmulos contendo as múmias de cinco soberanos de Tanis e além disso tesouros muito mais valiosos do que aqueles encontrados na tumba de Tutankhamon por Howard Carter. Inclusive uma misteriosa pedra azul pesando mais de 2 toneladas! A expedição francesa trabalhou ali até o ano de 1940, dando muita importância ao recolhimento dos imensos tesouros, mas sem contudo vasculhar uma vasta rede de galerias subterrâneas (até hoje inexploradas) onde julgavam pudesse ser encontrado o esconderijo final da Arca da Aliança.


Seja lá o que tenha sido a misteriosa Arca, ao que tudo indica ela proporcionava uma espécie de proteção e uma forma de contato com inteligências superiores, inteligências ainda hoje fora do alcance da nossa compreensão. Ela certamente esteve no Egito desde os tempos dos Primeiros Reis Divinos e serviria como "suporte" para os soberanos altamente iniciados e espiritualizados, representantes de uma linhagem desconhecida e predestinada que se sucedia no trono até justamente o final da XVIII Dinastia. Nesse sentido, podemos até acreditar que ela tenha sido um artefato remanescente da submersão do Continente Atlante, ocorrida há cerca de 12 mil anos, e permanecendo desde então oculta nos santuários secretos do Egito sempre sob a guarda dos mais altos Mestres e Iniciados.


Acima, você vê o esquema de um TRANSCEPTOR portátil, isto é, um aparelho eletrônico destinado a transmitir e receber mensagens via rádio, logicamente alimentado por uma potente bateria. A grosso modo, a Arca da Aliança era MESMO ISSO - só que com uma sutil diferença: muito mais avançado! Um artefato além da nossa imaginação, destinado a CONJURAR, isto é, a INVOCAR, desconhecidas inteligências superiores, porém de certa forma perigoso! Tanto que o Senhor dera ordens expressas a Moisés para que ele sempre fosse transportado devidamente isolado - precaução que, deixando de ser tomada, a Bíblia nos conta que custou a vida de dois servos de Moisés que foram "fulminados" ao transportá-lo - obviamente por uma espécie de alta tensão, ou radiação, gerada pelos seus potentíssimos circuitos!


Basicamente tratava-se mesmo de algo como isso! Os relatos bíblicos claramente nos dizem que o Senhor (ou quem quer que utilizasse esse nome) expressamente determinava que SOMENTE Moisés, e posteriormente Salomão, tivessem contato com Ele, seus Anjos e com a tal Arca - somente esses dois grandes líderes e além de tudo altos INICIADOS, certamente os únicos que talvez, e de certa forma, conhecessem a verdade por trás de um terrível segredo que lamentavelmente veio a morrer com eles!


Esse é o brilhante arqueólogo norte-americano Vendyl Jones, um obstinado em encontrar a Arca da Aliança, mas até o presente momento sem obter qualquer sucesso. Duvidamos, todavia, que a Arca seja um dia qualquer encontrada. Ela teve utilidade até a extinção dos soberanos predestinados, ocorrida com o assassinato do seu último representante, o faraó-menino Tutankhamon, XVIIII Dinastia, ocasião em que os últimos Iniciados a guardaram secretamente nos seus Santuários, muito possivelmente situados sob a Esfinge, passando por vários soberanos posteriores - estes sem qualquer identidade com a Antiga e Sagrada Tradição, até que viesse a ocorrer o Êxodo, na época da XIX Dinastia. Em síntese, talvez já não houvesse o devido merecimento para usufruir de tal contato e os seus verdadeiros proprietários, através de uma operação puramente militar e punitiva de retomada, certamente a levaram de volta ao seu muito, muito distante e desconhecido local de origem!







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