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domingo, 17 de janeiro de 2016

Alumínio e Lata: Utensílios que Adoecem e Mata



Um dos principais componentes usado nos rastros químicos ou Chemtrail como ficou mais popular, são as nanopartículas de alumínio, e sabe por que elas são usadas? 
Elas São infinitamente Mais reativas e podem facilmente penetrar no Cérebro, e quem afirma isso é um médico em especial, por divulgar abertamente sobre esse grande problema.



O doutor Russell L. Blaylock Explica Que chemtrails PODEM CAUSAR-LHE Danos cerebrais; Etapas precisam Ser Tomadas ágora parágrafo Evitar hum desastre iminente de Saúde de Enormes proporções, se ESSE NÃO Projeto para interrompido imediatamente.

Geoengenharia Exposed 

Maio de 2015 - Linderman fala COM Dr. Russel Blaylock SOBRE OS EFEITOS NA Saúde devastadores causados ​​Pelos chemtrails e Políticas de Geoengenharia, Que Tem Sido implementadas em Segredo, sem o Consentimento Público. Neste Artigo de o neurologista Russell L. Blaylock FALA DOS chemtrails, nanoalumínio Presente Neles, e de SEUS Efeitos neurodegenerativos, e não Neurológico Desenvolvimento. 

De a Acordo com o neurologista, como nanopartículas de Alumínio São Definitivamente Mais reativas, e fácilmente PODEM penetrar no Cérebro. A Internet ESTA repleta de Historias de "chemtrails" e Geoengenharia Para combater o "AQUECIMENTO global" e, comeu recentemente, eu Tirei essas Histórias com hum grão de sal.

Uma das principais Razões Para o meu ceticismo foi that that they raramente vi estavam descrevendo nsa Céus. Mas Ao Longo dos Últimos ano tenho Notar hum grande Número dessas Trilhas e tenho admitir Que, that they Não São Como OS Rastros Que Eu Cresci vendo nsa Céus. ELES São extensos, Bastante Amplo, São colocados em hum Padrão Definido e Lentamente Evoluir parágrafo Nuvens Artificiais.


A minha grande preocupação é a existência de provas de que a pulverização contém de toneladas de compostos de alumínio nanométricos. Tem sido demonstrado na literatura médica e científica que as partículas nanométricas são infinitamente mais reactivas e a indução da inflamação intensa em vários tecidos. De interesse especial é o efeito destas nanopartículas no cérebro e na medula espinhal, havendo uma lista cada vez maior de doenças neurodegenerativas relacionadas com a exposição de alumínio ambiental, incluindo a demência de Alzheimer, doença de Parkinson e doença de Lou Gehrig (ELA).

As Nanopartículas de alumínio não são apenas infinitamente mais inflamatórias, mas também penetram facilmente no cérebro por um número de vias, incluindo o sangue e os nervos.Vários estudos têm demonstrado que estas partículas passam ao longo de vias do sistema olfactivo, que ligam diretamente a uma área do cérebro que não só é a mais afetada pela doença de Alzheimer, como também a mais afetada no inicio da doença. Esta área contém também o nível mais alto de alumínio no cérebro em casos de Alzheimer. Estando a via intranasal exposta a grandes quantidades de pulverização de Nanoaluminios, e sendo inalado por pessoas de todas as idades, incluindo bebés e crianças pequenas por diversas horas torna-os especialmente perigosos.




Sabemos que as pessoas mais velhas têm maior reação a este alumínio no ar. Por causa do tamanho das partículas de alumínio que são usadas??, o sistema de filtragem domiciliário não irá remover o alumínio, prolongando assim a exposição mesmo dentro de casa.Além da inalação de Nanoaluminio, tal pulverização vai saturar o solo, água e vegetação com elevados níveis de alumínio. Normalmente, o alumínio é fracamente absorvido a partir do tracto GI, mas nanoaluminum é absorvido em quantidades muito mais elevadas.




Este alumínio absorvido revelou ser distribuído a um número de órgãos e tecidos, incluindo o cérebro e medula espinhal. Inalar estas partículas ambientalmente suspensas também irá produzir uma enorme reação inflamatória nos pulmões, o que vai representar um risco significativo para crianças e adultos com asma e doenças pulmonares. Eu rezo para que os pilotos que estão a pulverizar esta perigosa substância, tal como os nossos governantes, consigam compreender que também estão a destruir a vida e a saúde das suas famílias. Uma vez que o solo, plantas e fontes de água estão fortemente contaminados, não haverá maneira de reverter o dano que foi feito.




É necessário tomar medidas agora para evitar um desastre de saúde iminente de enormes proporções, se este projeto não for interrompido imediatamente. Caso contrário, vamos ver um aumento explosivo em doenças neurodegenerativas, que ocorrem em adultos e idosos em taxas sem precedentes, bem como transtornos de neurodesenvolvimento nas nossas crianças. Já é possivel testemunhar um aumento dramático como nunca antes visto nesses distúrbios neurológicos e que está a ocorrer em pessoas mais jovens.


Referências

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Krewski D et al. A saúde humana rRevell PA. Os efeitos biológicos de nanopartículas. Avaliação de risco de alumínio, óxido de alumínio e hidróxido de alumínio. J Toxicol Environ Saúde B Crit Rev 2007; 10 (Suppl 1): 1-269.
Blaylock RL. Alumínio induzida immunoexcitotoxicity em desordens do desenvolvimento neurológico e neurodegenerativas. Curr Inorg Chem 2012; 2: 46-53.
Tomljenovic L. alumínio ea doença de Alzheimer: depois de um século, é a sua uma ligação plausível. J Alzheimer Disease 2011; 23: 567-598.
Perl DP, Bom PF. Alumínio, de Alzheimer Disease , e do sistema olfativo. Ann NY Acad Sci 1991; 640: 8-13.
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Exley C, casa E. alumínio no cérebro humano. Monatsh Chem 2011; 142: 357-363.
Nayak P, Chatterjee AK. Efeitos da exposição ao alumínio em glutamato cérebro e do sistema GABA: um estudo experimental em ratos.Food Chem Toxicol 2001, 39: 1285-1289.
Tsunoda M, Sharma RP. A modulação da expressão do factor de necrose tumoral alfa no cérebro de rato após a exposição ao alumínio na água potável. Arch Toxicol 1999, 73: 419-426.
Matyja E. alumínio muda a neurotoxicidade do glutamato mediada, em culturas organotípicas do hipocampo de rato. Folia Neuropathol 2000; 38: 47-53.
Walton JR. Alumínio em neurônios do hipocampo de humanos com Alzheimer doença . Neurotoxicology 2006; 27: 385-394.
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Becaria A et al. De alumínio e cobre na água de beber ou melhorar os fenómenos inflamatórios oxidativos, especificamente no cérebro. J Neuroimmunol 2006; 176: 16-23.
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Exley C. A actividade ofnaluminum pró-oxidante. Free Rad Biol Med 2004; 36: 380-387.

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Panelas e latas: Alumínio – útil e mortal

aluminioDr. Sérgio Teixeira *
Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio… Este metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos.
Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).
Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose.
Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais… E também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).
Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia.
Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.
Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.
E como o alumínio entra no organismo?
Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo. Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente.
Para você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos  que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido. Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.
Viu por que vale a pena trocar de panelas?
Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil?
Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais. Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais alumínio do que se estivesse na garrafa.
E além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo, mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros.
Prefira SEMPRE as garrafas de vidro, OK?
Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras esterlinas (mais ou menos 300 Mil reais) por um jogo de talheres de alumínio.
Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas. Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores, que leva ao sacrifício precoce dos animais.
(*) Dr. Sérgio Teixeira é especializado em Clínica Médica, pós-graduado em Homeopatia e Naturopatia. Colabora em revistas científicas e tem vários livros publicados.


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