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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

O Caminho







O saber doar-se sem exigir recompensas, contribui para a melhoria do padrão vibratório mental do ser, imuniza contra os valores ilusórios do mundo




O saber doar-se sem exigir recompensas, contribui para a melhoria do padrão vibratório mental do ser, imuniza contra os valores ilusórios do mundo e aproxima o indivíduo da sabedoria suprema, permitindo-lhe a vivência de incontáveis experiências gratificantes. A prática da bondade é o melhor exercício para o desenvolvimento interior da pessoa humana, pois além de plenificá-la, ainda contribui para imprimir na consciência uma sensação indescritível de paz duradoura e harmonia psíquica. Por isso, afirma-se que a bondade como virtude habitualmente exercitada, é um dos instrumentos propiciadores da sensação de bem-estar permanente dos que aspiram a verdadeira qualidade de vida.



O conhecimento nos dar a sabedoria, e a sabedoria nos faz evoluir espiritualmente, e dessa forma possamos ver muito além dessa realidade ilusória, e que o sentido de tudo está no amor.

O amor é a verdadeira cura para o corpo e a alma, mas não basta só o amor para evoluir, precisa alimentar também a mente e consciência, com conhecimentos, pois assim tudo se completa, porque precisam estarem conectados definitivamente.

Deste modo não vemos mais diferenças entre um e outro e percebemos que fazemos partes das mesmas coisas, do mesmo universo, da mesma existência, do mesmo ser, somos consciências e espíritos, dessa forma somos todos um, e não tem nada mais gratificantes do que fazer o bem, porque ao faze-los de modo expressivo e expandido, estamos fazendo o bem a nós mesmos. 


O Espírito está muito além do que pode ser expresso, sua natureza divina e abstrata não pode ser reduzida a meros símbolos.

Ao falar sobre espiritualidade estamos estabelecendo um foco que tem por direção o caminho inverso ao dos sentidos, pois enquanto os sentidos estão direcionados para "fora" e são as origens de nossas percepções, a busca espiritual estará sempre direcionada para "dentro", que é onde reside o conhecimento do espírito.

A busca espiritual genuína é rara, porque a maioria de nós seres humanos, nos orientamos a partir do autoconceito estabelecido de que nós somos o resultado histórico de um processo linear, limitado aos sentidos e ao corpo, desta forma, todos os nossos objetivos estão ligados a necessidades físicas e não espirituais.

Por esta razão, a grande massa busca as religiões não para encontrarem a verdadeira natureza do espírito e através desta vivenciar um estado de paz e plena bem-aventurança através do autoconhecimento, mas a sua busca está quase sempre relacionada a sua idéia limitada do que é segurança e de que todos nós sabemos exatamente aquilo que necessitamos para vivermos em paz. (Casa, carro, bens materiais, um excelente negócio ou emprego, realização amorosa, família unida, saúde, etc).

Por este motivo, grande parte dos livros sobre espiritualidade, escritos com boa intenção no intuito de auxiliar-nos em nossas vidas diárias, na verdade, tratam sobre leis da mente e não leis espirituais, desta forma, não visam a descoberta do espírito, mas meios de melhor utilizar nossas mentes e nossas relações, para alcançarmos o "sucesso", tendo como parâmetro os mesmos valores estabelecidos pelo ponto de vista sócio-econômico de qualquer doutrina fundamentalmente materialista para determinar o que é o sucesso.

Por este motivo, vejo que é um grande desafio, escrever sobre espiritualidade e não há dúvidas de que poucas pessoas estão abertas e preparadas para vivenciarem a espiritualidade genuína em suas vidas.

Mas como tudo no plano da mente é um processo gradativo, mesmo a pseudo-espiritualidade é um estágio importante no amadurecimento do ser para a abertura de sua mente à genuína espiritualidade.


Manter a mente aberta é uma virtude.

O intuito aqui não é desrespeitar crenças ou quem quer que seja (pessoa ou instituição), mas compartilhar reflexões, com àqueles cuja mente aberta se permitem ampliar horizontes através de um pensamento analítico, por meio do questionamento de todos os nossos valores, objetivando a expansão da consciência com relação a verdadeira natureza espiritual da vida.





A noção costuma ser associada à religião, mas ela não se limita a isso

A perspectiva religiosa situa o ser humano em relação a uma divindade com a finalidade de salvação da alma. Aqui, encontra-se um problema: a relação entre ser superior, alma e espírito. Como se costuma dizer na filosofia: é preciso separar as coisas.

Matéria sutil




Espírito, mente, pensamento e alma são palavras que costumam ser pensadas em oposição a um único conceito: a matéria. Mas, será que é assim mesmo? Essa questão diz respeito à composição da realidade e sua composição e à essência do ser humano. Somos a união de matéria e espírito ou de um corpo e de uma alma? Somos um composto ou uma unidade?

A relação existente entre corpo e alma e espírito e matéria é geralmente pensada como contrária no sentido e no significado. Será essa distinção pertinente? Precisamos realmente pensar o mundo e nós mesmos com base nessa oposição? Para os gregos – e Aristóteles em particular – a matéria é aquilo de que os corpos são feitos por oposição à forma não por oposição à inteligência ou espírito. Este é entendido como a morada dos estados mentais de todo tipo, como o pensar, o imaginar e o sentir e pertence ao domínio daquilo que se passa em nossa cabeça ou em nosso coração, ou seja, nossa interioridade.

Material versus imaterial




Esse é o ponto fundamental da discussão. Se é verdade que a matéria não se define necessariamente por oposição ao espírito, este, sim, se define por oposição à matéria, ou seja, ele é o imaterial e eterno. O filósofo romano Lucrécio afirmou, no século I antes de nossa era, que o espírito é uma matéria sutil. Para ele, o espírito é composto pelos mesmos elementos que qualquer corpo material e por isso formam o que ele denomina como todo.

É importante ter bem claro que a mente, ou espírito, é o núcleo de nossa capacidade de imaginar, sonhar, desejar e criar. É a atividade mental que nos permite escrever um texto, compor uma música, pintar um quadro ou fazer um desenho. Assim como é ela que nos faz saltar de uma discussão puramente científica para uma consideração poética ou mesmo engraçada.

Como interagem o espírito e a matéria?




Por trás da discussão sobre o monismo (concepção de uma substância única) ou dualismo (duas substâncias) do ser humano, está a questão da interação compulsória entre elas quando se considera que são realmente duas. Na modernidade, para alguns pensadores, a resposta é que o corpo age sobre a alma pelas sensações e paixões e que o contrário se dá pela vontade ou, se quisermos, pela consciência.

Uma ocorrência corporal como cortar o dedo tem por efeito uma resposta mental de dor que é a mensagem de ida e volta nos neurotransmissores. O ato de pensar que “é hora de sair da cama” é a causa de uma ocorrência corporal (sair da cama). Como explicar essa interação e que duas realidades sem nada em comum e sem ponto de contato possam se influenciar? Essa foi uma discussão recorrente entre os filósofos. do século 17. René Descartes, por exemplo, dizia que essa união acontecia na glândula pineal, localizada no centro do cérebro. Ela funcionaria como uma encruzilhada na qual os espíritos animais e materiais (corpos minúsculos que circulam no sangue) chegam ao cérebro e são redistribuídos ao corpo.

Esse fenômeno, conhecido atualmente como paralelismo psicofísico, refere-se a cada ocorrência corporal correspondente a uma ocorrência mental, ou seja, a atuação em paralelo da psique e do físico. O entendimento filosófico predominante hoje é monista, pois defende que a realidade do ser humano é una e não dupla.

Espiritualidade



A noção de espiritualidade tem significados diferentes e depende do contexto em que é utilizada. Para as religiões, é entendida como a perspectiva do ser humano em relação a um ser que é superior. Do ponto de vista filosófico, tem a ver com a oposição entre matéria e espírito ou exterioridade e interioridade. Ela designa ainda a busca de do sentido da vida, de esperança e de libertação por meio de rituais, iniciações, desenvolvimento pessoal etc.

O conceito passou a ser secular e já não é exclusividade do controle religioso institucional. A filosofia, que assim como a ciência discute qualquer tema com rigor e precisão, não especula e não diminui o valor do empirismo. Não se pode discutir a espiritualidade como algo relacionado a crenças religiosas ou não. Nossa interioridade (ou espiritualidade, se quisermos) não se reduz ao raciocínio ou ao intelecto.

A espiritualidade pode assumir várias práticas:

reflexão, engajamento social e diálogo.
meditação e prece.
trabalho manual ou intelectual, leitura e instrução.

Algumas dessas atividades são solitárias e outras coletivas. Algumas interiores e outras vividas no exterior, na vida civil. Algumas são contemplativas e outras práticas. O entanto, todas são válidas e respeitáveis, pois permitem abordar a espiritualidade de uma determinada maneira.

Espiritualidade laica ou sabedoria para mortais




Havia na cultura grega uma tensão que permitiu a transição dos mitos ao pensamento racional (filosofia), sobretudo pela influência da recusa do que é místico e pela predominância do que é razoável no mito (a religião grega). Essa negação do misticismo se traduziu numa tradição de lucidez. A tensão, que para o filósofo Luc Ferry é uma espiritualidade laica, ocorre antagônica e simultaneamente em duas frentes: o ordenado e o espontâneo em um lado e a filosofia (ciência) e a religião em outro.

Na obra “A sabedoria dos mitos gregos”, Luc Ferry explica que, por definição filosófica, a noção denominada por ele como “salvação de Deus”, forja-se como herança dos mitos gregos. Ela é uma resposta à questão da vida boa que não passa por um ser supremo nem pela fé, mas por um esforço próprio de pensamento e pela razão. Em suma, é “uma exigência de lucidez, como condição última para a serenidade, compreendida em seu sentido mais simples e forte: uma vitória [...] sobre o medo, o medo da morte, em particular, que [...] nos impede de viver bem.1”

Ferry diz “curiosamente” porque o que os mitos põem em cena são deuses e eles são os protagonistas. Mas é “pelo contraste com os Imortais e sem esperança alguma de alcançá-los e, com isso, com plena consciência dos limites da condição humana”1 que aprendemos a “resolver sozinhos, e nesse sentido, de maneira ‘leiga’, a questão do ‘saber viver’”1.

Nessa mesma linha de abordagem Nietzsche dirá que muitos são os que, apesar de se dizerem iluministas, ainda são prisioneiros da religião (transcendência e valores morais). Em vez de Deus, veneram falsos deuses e ídolos. Essa é a razão, para o filósofo, de estarem na mira da filosofia do martelo todos os que não aceitam a vida como ela é. São niilistas que merecem marteladas de desconstrução porque negam a vida.

Nietzsche propõe uma concepção libertadora da vida. Sua linha filosófica se assemelha golpe do martelo: destrói à pancadas, sem dó, construções arcaicas e obsoletas que impedem a construção de um novo edifício do pensar e do viver humano. O pensador do alegre saber preconiza que deixemos para trás e para sempre os ranços da humanidade típicos do saber moral, pois ela foi construída e imposta à humanidade com a finalidade de escravizar, dominar e vergar, não para libertar ou fazer crescer.

O filósofo ainda nos fala do prazer de criar, da vontade de vida que deve se afirmar eternamente a si mesma. Segundo suas proposições, não se pode ter prazer de criar quando se está preocupado com as convenções e imposições morais, sociais e políticas como fazem muitos intelectuais academicistas. Só o pensador de espírito livre conhece esse prazer.

Cada um de nós deve ter a liberdade de poder questionar e quebrar os dogmas do mundo exterior e os de sua própria racionalidade momentânea. Essa dinâmica incessante está expressa na metáfora do martelo desmonta à marteladas as ideias pré-concebidas. No fundo, abordar uma questão de vários ângulos e pensar sobre ela em diferentes perspectivas é algo bem simples e saudável.



O CONHECIMENTO TE DARÁ TODA LIBERDADE QUE PRECISA, SEJA ELA FÍSICA, PSÍQUICA E ESPIRITUAL...   

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