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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 245 PARALELAS CONVERGENTES



"Porque há inúmeras coisas além da escala da compreensão humana, usamos constantemente termos simbólicos para representar conceitos que não podemos apreender inteiramente" (Jung) 

 "Em outras palavras, se pessoas primitivas vissem um aviador ou um astronauta descer dos céus, elas provavelmente contariam a seus amigos que o estranho tinha asas ou viajava num carro flamejante, para tornar a história mais verossímil. Elas certamente não poderiam descrever uma espaçonave do futuro..... Tendemos a acreditar no que queremos acreditar. É duro encararmos fatos isolados e inexplicados, se eles entram em conflito com o nosso quadro mental do mundo. Podemos ser vítimas de bloqueios mentais que parecerão ridículos às pessoas que viverem mil anos depois de nós" (Alan & Sally Landsburg - Em Busca de Antigos Mistérios)




Sem dúvida, temos disso exemplos bastante típicos! Pois, para onde quer que vamos, quase sempre iremos encontrar uma imagem, um rosto distante - imagens pálidas e desfocadas de um passado perdido e lamentavelmente esquecido, que nos acenam através de um apelo dramático, intensamente patético. Nosso estimado visitante, Carlos Augusto, de Uberlândia, Minas Gerais, Brasil, gentilmente nos remeteu as suas fotos de uma estranha cachoeira cujo nome, talvez não sem uma certa razão, é "Cachoeira Encantada". O quê, então, haveria de interessante nela a ponto de ter chamado a atenção do nosso Prezado Visitante?


Nada demais, a não ser a inusitada presença de estranhas esculturas, das quais sobressai um imenso rosto - advindas do nosso mais remoto e desconhecido passado, as quais repousam intocadas sob a cristalina pureza das águas que chegam da montanha! A Cachoeira Encantada faz, pois, pleno jus ao seu nome!


E o nosso estimado visitante, Thiago Miranda Lopes, do Estado brasileiro do Piauí, esteve, por sua vez, visitando o enigmático complexo arqueológico denominado "Sete Cidades de Pedra", e gentilmente nos enviou essa seqüência das suas excelentes fotos, através das quais podemos ver que a sempre costumeira explicação oficial de que"tudo isso não passa de mero resultado da erosão através das eras", pode tranqüilamente ser posta em dúvida. Note-se, por exemplo, na imagem acima, que o enorme bloco rochoso foi vazado através de uma abertura retangular alongada, perfeita em demasia para se tratar de um mero processo erosivo. Além do mais, repare, bem na extremidade superior direita, na qual poderá ver um estranho rosto nela esculpido. Todo o conjunto, aliás, parece ter sido moldado de modo a representar um curioso animal, um tipo de lagarto ou ou dragão ou, quem sabe, uma espécie de esfinge!


Além disso, podemos verificar que em outros lugares das tais "cidades de pedra", existem mesmo outros vários e curiosos rostos, presentes nessa paisagem por milhares, ou talvez milhões de anos......


...... Como, por exemplo, neste outro enorme paredão rochoso! Olhe atentamente essa impressionante imagem e tente, então, contar quantos rostos estão ali esculpidos. O resultado será certamente surpreendente. Seria mesmo "erosão"?.....


..... Pois sim! Evidentemente que NÃO; todas essas ruínas estão repletas das marcas de uma antiga cultura que habitou o local em tempos imensamente remotos! E tanto essa desconhecida e remota cultura era avançada, além de extremamente organizada, que delimitou essas antigas cidadelas em exatamente SETE áreas bem distintas, daí o nome desse curioso sítio arqueológico, "Sete Cidades de Pedra".


Aqui, um outro expressivo exemplo que o nosso estimado visitante fotografou. Você consegue notar três peculiaridades bem notáveis nesses artísticos trabalhos pré-históricos?.....


Acreditamos que sim. Aqui está a primeira delas em uma ampliação do detalhe e também em negativo. Nitidamente a imagem de um ALIEN!!!


A outra? Ei-la devidamente ampliada e no negativo, quando novamente teremos outra nítida imagem de um alien!


E eis a terceira "peculiaridade": muito embora já bastante desgastada a clara representação, ao fundo, de um astronauta usando seu capacete! Bem que o nosso estimado visitante nos relatou que por lá existem coisas bem embaraçosas. Aliás, a nossa longa experiência nos diz que não poderia mesmo ser diferente. É com o "embaraçoso" que justamente trabalhamos. E por falar nisso, Você sabia que das sete "cidades", exatamente a sétima delas tem o seu acesso inteiramente proibido e vedado aos visitantes? Por que seria? Obviamente pelo fato de que talvez seja aquela mais "embaraçosa" de todas. Nosso estimado visitante relata que correm boatos na região de que nessa sétima (e proibida) cidade existiria a perfeita imagem de um colossal dragão - além é claro, acreditamos nós, de outras coisas bem mais "interessantes" que o público e notadamente os pesquisadores mais bisbilhoteiros não devem conhecer.


Onde está a erosão? Muito difícil de se crer nessa explicação bastante simplista. Principalmente quando uma profusão de estranhos rostos, muitos deles já mostrados em páginas anteriores deste Site, desfila na paisagem das seis cidades, isto é, as unicamente permitidas aos visitantes. E diante de coisas tão expressivas quanto essas, mais uma vez, então, perguntamos: - Seriam mesmo meras "erosões"?.....


Claro que NÃO, DE MANEIRA ALGUMA! Veja por exemplo, esse sítio arqueológico situado por sua vez na Austrália, onde as autoridades corajosamente reconhecem que se trata, de fato, das ruínas de UMA CIDADE PERDIDA cuja desconhecida origem remonta há muitos milhões de anos! Note-se a espantosa semelhança morfológica com as ruínas das "Sete Cidades de Pedra" do Brasil. Até a tipologia geológica das rochas é muito semelhante (possivelmente uma característica dos relevos do passado), além, é claro, dos inúmeros, muito nítidos e desconhecidos rostos nelas gravados. Um deles, repare, ostenta até uma barba ritual muito próxima daquelas usadas pelos faraós egípcios! (FOTO: © Northern Territory Tourist Commission, Austrália)


E, em se falando nisso, é também na Austrália que os antigos artistas dos tempos ditos pré-históricos, estes extraordinariamente refinados, deixaram nas rochas aquilo que VIRAM, e possivelmente as imagens das criaturas que lhes visitaram e com as quais logicamente estiveram em contato!


Outro notável exemplo da Austrália. Um astronauta que além de usar seu capacete, teve retratada até mesmo as claras nuances do seu macacão, ou uniforme. E isso nos tempos pré-históricos, quando não existiam roupas!


Aliás, a essas desconhecidas criaturas, os antigos povos que habitavam o território australiano reverentemente chamavam de "Wondijnas", ou ainda de "Os Irmãos Luminosos" - possivelmente numa clara alusão às naves brilhantes com as quais chegavam às suas terras, aliada ainda à imensa sabedoria e ao poderio tecnológico que certamente demonstravam.


O misterioso território da Austrália igualmente nos traz uma profusão de imagens proto-egípcias, as quais a Arqueologia tradicional não consegue explicar, porém, claro, faz questão absoluta de ignorar.


Mas não esqueçamos que não é somente na Austrália que os vestígios quanto aos berços da Antiga Civilização Egípcia, são sempre representados por um simbolismo altamente evidente que se faz presente, mostrando cenas que muito mais tarde viriam a fazer parte integrante do sincretismo religioso e das tradições culturais das terras do Nilo. À esquerda, você vê uma divindade proto-egípcia encontrada.... Onde? Em pleno território dos Estados Unidos da América, possivelmente no imenso complexo radial situado no interior das montanhas do Grand Canyon - encontrado em 1947 e cuja divulgação foi criminosamente suprimida - e, ao lado, o deus-chacal Anúbis, por seu turno já retratado em um mural do Antigo Egito. Que extraordinária semelhança, não? E de onde exatamente teria vindo tal antiqüíssima raça?


Também em Arkansas, EUA, as reveladoras gravuras estampadas nessas igualmente pré-históricas cavernas são mesmo (e muito apropriadamente) chamadas de "Saucer Rocks" - ou seja, "Pedras do Disco Voador". Nada, realmente, poderia ser mais nítido do que isso!


Como também, já na América do Sul e na área da misteriosa e ainda não totalmente explorada Floresta Amazônica, exatamente ao Norte de Peru e já nas proximidades das fronteiras com o Brasil, temos outras intrigantes mensagens nas pedras, representadas por misteriosas esculturas, obras de um desconhecido povo, muito antigo e antecedente à Civilização Inca, o qual, na falta de uma denominação melhor e mais apropriada, se convencionou chamar de "Chachapoyas"!


Aliás, é bom saber que este nome, "Chachapoyas", vem do antigo idioma Quichua, literalmente significando "OS GUERREIROS DAS NUVENS", ou ainda, "O POVO DAS NUVENS"! Essas curiosas esculturas - por sinal em muito semelhantes àquelas não menos misteriosas, por sua vez encontradas na distante Ilha de Páscoa e chamadas de "Moais", estão postadas a 2600 metros acima do nível do mar, em meio às florestas hostis e junto ao chamado Lago dos Condores......


....Onde, por sinal, estranhas múmias dotadas de um curioso biotipo humanóide foram encontradas......


...... E não há nada demais nisso, uma vez que tais "biotipos humanóides" foram mesmo retratados em profusão, claramente esculpidos nas portentosas ruínas adjacentes!


Aliado a tudo, torna-se claro (e somente não enxerga isso aquele que não deseja ver) que em tempos muito remotos da evolução terrestre os seus antigos habitantes estiveram em contato com povos - sem qualquer dúvida - literalmente "DAS NUVENS", ou melhor dizendo, ADVINDOS DO CÉU! Quase todo o nosso planeta nos atesta esse fato, uma vez que os chamados geoglifos claramente sinalizam para o espaço sideral, sendo somente discerníveis mediante o uso de MÁQUINAS VOADORAS, teoricamente inexistentes nos mais remotos tempos, ditos pré-históricos. Acima, vemos o chamado "Gigante de Blythe", situado no Deserto de Mojave, EUA......


.... E aqui um outro, visto através de uma outra tomada aérea em Mojave. Essas imagens, aliás e como já dissemos, quando vistas desde o solo nada representam e, portanto, não podem ser devidamente visualizadas. COMO, então, foram esculpidas, ou gravadas, sem a necessária, e além de tudo forçosa e obrigatória, orientação vinda "DE CIMA"? Não existe outra explicação mais lógica! Alguém traçou os desenhos!


Tal é o caso dos famosos Crop Circles, que ainda hoje insistem em surgir da noite para o dia em vários pontos do nosso planeta. E, apesar das negativas dos céticos, como também das suas inconsistentes e frágeis tentativas de "explicações", já está definitivamente provado que alguns UFOs, logicamente os mesmos POVOS DAS NUVENS do passado distante, são os responsáveis diretos pela elaboração de tais imensos e além de tudo belíssimos padrões geométricos, os quais certamente nos trazem mensagens ainda muito distantes da nossa atual compreensão. O exemplo acima, surgido em 7 de julho de 2007 em Wiltshire, Inglaterra, foi precedido por aquilo que as atônitas testemunhas descreveram como "um forte distúrbio eletromagnético" - um muito sutil eufemismo para relatar a presença de um UFO! (FOTO: © Lucy Pringle)


"Visitantes do Cosmos, isso tem milhares de anos" - diz o título dessa matéria originária de uma corajosa revista francesa, na qual foi mostrada a imagem de uma milenar pintura encontrada em uma caverna de Fergana, Uzbequistão, na qual artista dito pré-histórico foi muito além da sua própria arte ao representar as nítidas e muito expressivas imagem de uma espaçonave (UFO!) e dos seus respectivos astronautas, provando assim que não há mesmo nada de novo sob o nosso Sol. Dizem que as paralelas nunca se cruzam, porém, e isso dizemos nós, elas realmente se cruzam mas apenas e tão-somente naquele Infinito mais distante, convergindo, assim, porém somente para aqueles que conseguem vislumbrar a própria imagem do Infinito, de forma maravilhosa através de um elo radiante que unirá o passado - remoto e esquecido - ao presente, quase sempre cético e materialista; abrindo, por conseguinte, as ainda seladas e interditas portas de um futuro muito promissor e luminoso - situado para uma oitava de evolução acima do entendimento humano. Não é mesmo cada coração uma terra tão distante? Será sempre preciso, pois, abrir as mentes, semear os corações. Para isso, e por isso, haverá sempre os jardineiros - aqueles que estão apenas e humildemente plantando as sementes, pois, sabem eles, bem no fundo do seu íntimo, uma grande Lei e a mais profunda de todas as verdades: - Qual o sonho mais recôndito, o supremo anseio da pequena alma de uma semente senão o de tocar o solo de uma abençoada terra para um dia florescer?







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