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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 26 de abril de 2017

MUDANDO O MUNDO ATRAVÉS DA COMPREENSÃO DO UNIVERSO ELÉTRICO - O CÉREBRO É UM UNIVERSO ELÉTRICO




Mudando o mundo através da compreensão do Universo elétrico 


 "O teatro cósmico superou a fase newtoniana, e precisamos de uma definição maior para compreender o drama cósmico mais amplo. Em vez de uma visão de corpos isolados transformando engrenagem como em um vácuo, precisamos de uma visão de circuitos elétricos embutidos em um meio condutor cujos componentes dirigem uns aos outros e podem estar em ressonância. Nós deixamos o mundo familiar dos sólidos, líquidos e gasosos. Entramos em um mundo de plasma, onde as regras são diferentes e mais complexas. Nós agora vivemos em um universo elétrico."





Pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Swinburne e da Universidade de Cambridge em 15 de novembro de 2016 confirmaram que o electromagnetismo em uma galáxia distante tem a mesma força como aqui na Terra.

Os astrônomos mediram com precisão por um espectrógrafo pelo Telescópio do sul do Observatório Europeu VLT (Very Large) e 3,6m no Chile para fazer as suas observações e estudaram um quasar - um buraco negro supermassivo - com um ambiente extremamente brilhante - localizado atrás da nossa galáxia, concluindo o estudo sobre o poder de uma força fundamental da natureza em uma galáxia vista em 8.000 milhões de anos-luz.    


A luz encontrou o gás em torno das galáxias distantes cerca de 8,5 bilhões de anos atrás, bem antes de que a Terra sequer existisse. A expansão do universo se estende o comprimento de onda da luz que viaja para a Terra, no espectro de cores avermelhadas, mas o padrão distinto de linhas de absorção da galáxia permanece. 





Eletromagnetismo é uma das 4 forças fundamentais da natureza conhecidas até esse momento em que escrevo. O Eletromagnetismo determina quase tudo sobre o nosso mundo cotidiano, como a luz que recebemos do Sol, como vemos a luz, como o som viaja através do ar, o tamanho dos átomos e como eles interagem com a vida na Terra.

Kristian Birkeland (1867-1917)       
                            
Foi um dos primeiros cientistas a especular que as Luzes do Norte eram partículas carregadas ejetadas do Sol capturadas pelo campo magnético da Terra, e dirigida para a atmosfera polar. 

Birkeland quis provar sua teoria, onde criou artificialmente uma “aurora” em laboratório – um experimento que foi denominado 'Terella', apesar da chacota dos seus colegas de pesquisa, mas hoje os satélites confirmam que Birkelan estava certo.

Correntes de Birkeland 

Provavelmente Birkelan é maior cientista Norueguês dos últimos tempos e muitas de suas obras ainda são usados como materiais de referência, inclusive as correntes elétricas que fluem a partir do espaço receberam seu nome.

Ele é reconhecido por trazer o Plasma e o Eletromagnetismo para a Cosmologia, apesar de suas teorias cosmológicas são serem tão conhecidas.  Infelizmente, Birkeman faleceu aos 49 anos justamente quando uma comissão indicava seu nome para o Prêmio Nobel.
                   
Hannes Alfven (1908-1995) 

Considerado como o pai da física moderna do Plasma, deu continuidade ao trabalho de Birkeland, o que eventualmente foi vencedor do Prêmio Nobel por suas contribuições inovadoras. 

Suas ideias tornaram-se conhecidas para a comunidade científica em geral através do seu livro inovador, Cosmical Eletrodinâmica, publicado pela Oxford University Press em 1950.

Em 1937 Alfven propos que a nossa Galáxia continha um campo magnético de grande escala e que as partículas carregadas moviam-se em órbitas espiral dentro dela, devido às forças exercidas pelo campo. 







Plasma são correntes elétricas que criam o campo magnético.

Embora muitas das teorias de Alfvén são agora bem conhecidos, como os de Birkeland, as implicações cosmológicas do seu trabalho também continuam a ser plenamente reconhecidas.      

Kristian Birkeland em seu trabalho em cosmologia, e as implicações de seu trabalho neste campo, permanecem em grande parte não reconhecidas.   

Universo Elétrico
Estrelas, galáxias, nebulosas e planetas são todos afetados por correntes elétricas de plasma através do qual se movem.  O termo 'Electric Universe' foi usado antes, mas nunca no sentido amplo, holístico pelo físico australiano, Wal Thornhill, considerado como o fundador deste universo elétrico. 

Ciência como uma grande igreja medieval                         
A igreja, ainda no tempo de Galileu, era a autoridade máxima sobre os assuntos impactantes para a humanidade. A hierarquia vinda dos deuses foi generosamente apoiada pelos reis e príncipes. A existência dos cardeais dependia da crença de suas declarações importantes e profundas.

Hoje em dia nada mudou. Grupos de cientistas controlam a informação onde toda a autoridade da lei natural passou ser ignorada pela ciência. Em troca de pronunciamentos importantes e profundos sobre a natureza do universo, muitos acadêmicos são suportados com altos salários, instalações caras, viagens, prestígio e segurança em tempo de vida.

Esses também conferem o poder desta instituição para sucessores de sua própria escolha mantendo o conhecimento dentro de grupos seletos. Nada pode ser esclarecido a luz da pesquisa e de fatos. As informações são fragmentadas, contestadas e ridicularizadas pelos meios de comunicação, sem que possamos dar prosseguimento justo ao que é revelado por poucos que se aventuram a expor suas descobertas.







"O padrão de cores nos diz como o eletromagnetismo é forte nesta galáxia, e porque o quasar é um dos mais brilhantes conhecidos, fomos capazes de fazer a medição mais precisa até agora", diz o principal autor do estudo, Swinburne PhD candidato Srđan Kotus.

O cérebro é um Universo elétrico

O universo inteiro se parece com um cérebro dentro de um microscópio. 
Alguns cientistas estão conscientes sobre essa particularidade - mas não ousam publica-la com receio da ridicularização das suas propostas. 

O que tem o cérebro e universo em comum? 
É a forma como se expandem. Ambos parecem obedecer a mesma lei que gera redes complexas e ambos podem ser comparados com o crescimento da Internet. Cérebro e internet são relacionados à consciência coletiva ou indivíduo/ grupo. 




“Há uma revolução apenas começando na astronomia / cosmologia que irá rivalizar com a detonada por Copérnico e Galileu. Esta revolução é baseada na percepção crescente de que o cosmos é altamente de natureza elétrica.Está se tornando claro que 99% do universo é composta não de "matéria invisível", mas sim, de matéria no estado de plasma. (Donald E. Scott)

Cérebro, Universo e internet têm em comum? A eletricidade.
A teoria do universo elétrico afirma que todas as estrelas e os planetas estão ligados através de correntes elétricas e há um tipo de comunicação em todas as escalas entre os corpos celestes. 

Um aglomerado de galáxias como um único neurônio e este neurônio se comunica com outros neurônios através de vastas e enormes cordões de plasma elétricos levando luz (energia/informação) a quem puder capta-la.

Em 1998 foi dito que o Universo está aceleradamente se expandindo. A questão é: o Universo se expande a partir do aumento da informação aqui na Terra ou a informação em nossos cérebros afetam a expansão do Universo lá fora?

Esse pequeno texto tem como intenção levar você a uma reflexão sobre os últimos acontecimentos diante desse pressuposto desses pesquisadores que talvez você nunca ouviu falar. 

Os links em Azul nesse texto e em todos os outros, levarão você a outros textos meus que ampliarão mais e mais essa visão holística que pretendo passar aqui. Já escrevi muito sobre isso e não cabe repetir tudo de novo nesse BLOG. 

Na minha visão, a grande recepção de informação por milésimos de segundos que nossos cérebros recebem estão aumentando absurdamente a cada instante o que, segundo minhas conclusões, expande, amplia a capacidade de percebermos mais e mais os movimentos dramáticos do ambiente e nos prepararmos para esse. 

Eu acredito que tudo está ligado a tudo, portanto, o Universo está no nosso cérebro e se ele está expandindo... o Universo também acompanha, o que nos leva inevitavelmente a Singularidade do tempo - um novo "BIG BANG" para o próximo SOL 

Alguns milhares de anos atrás, enormes formas antigas do céu perto da terra, provocaram espetaculares formações de descarga elétrica acima de nossos antepassados e inspiraram o vasto complexo de mitos e símbolos mundiais.

Veja o documentário: Símbolos de um céu alienígena 

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 1

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 2

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 3

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 4

SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 5
SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 6
SÍMBOLOS DE UM CÉU ALIENÍGENA - PARTE 7 FINAL


livro “Electric Universe” 
David Talbot e Wallace Thornhill

Fonte: OXFORD ACADEMIC
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MOSTRANDO UM POUCO MAIS SOBRE ESTE ASSUNTO:

Descoberto um intenso campo elétrico em Vênus

Vênus possui um intenso campo elétrico nas camadas superiores de sua atmosfera. Créditos: ESA.

Com uma massa e raio semelhante ao nosso planeta, Vênus tem sido qualificado em certas ocasiões como o “planeta gêmeo” da Terra. Contudo, na realidade existem diferenças muito mais profundas se prestarmos atenção às suas condições atmosféricas: a camada de gás que envolve o planeta vizinho compõe-se de 95% em dióxido de carbono, é extremamente densa e alcança pressões até 90 vezes maiores que a atmosfera terrestre. Além disso, Vênus sofre um efeito estufa descontrolado que o leva a alcançar temperaturas na superfície para algo próximo de 460 graus Celsius.



Agora, nesse cenário infernal, temos que adicionar uma característica exótica: a existência de um intenso campo elétrico nas camadas altas da atmosfera venusiana. Com uma diferença de potencial de uns 10 volts estendidas ao longo de centenas de quilômetros de altitude, é a primeira vez que os pesquisadores observam algo assim em um planeta. A descoberta, que foi possível graças as medições da sonda Venus Express, da ESA, poderia também explicar a ausência de água no planeta vizinho. Os resultados foram publicados na semana passada na Geophysical Research Letters.



O campo elétrico de Vênus não se deve a geofísica do planeta (como ocorre, por exemplo, com o campo magnético terrestre), mas apenas aos íons presentes em sua camada gasosa. A razão é simples de entender: os íons atômicos são milhares e dezenas de milhares de vezes mais massivos do que os elétrons, por isso que sentem com uma maior intensidade o campo gravitacional do planeta e tendem a acumular-se a uma altitude menor que os elétrons livres, que gera uma diferença de potencial. O surpreendente caso de Vênus é que o dito potencial tem demonstrado ser ao menos cinco vezes maior do que o esperado: no passado, as medições similares efetuadas em Marte e na Terra não haviam detectado o rastro de qualquer campo elétrico, e os resultados indicavam que, caso houvesse algum, a diferença de potencial associada não superaria, em nenhum caso, 2 volts.



Os pesquisadores ignoram o que faz com que Vênus – um planeta com tamanho, gravidade de superfície e ionosfera similar aos terrestres – apresente um campo elétrico elevado. No entanto, uma consequência de primeira ordem é que o dito campo basta para acelerar e expulsar para o espaço aqueles íons com uma massa inferior a 18 unidades de massa atômica. Isso inclui os íons de oxigênio e hidrogênio, os elementos químicos que compõem a água, de modo que essa descoberta poderia explicar o motivo de Vênus carecer dessa substância essencial para a vida. Até agora, pensava-se que a falta de água do planeta vizinho era devida, exclusivamente, as suas altas temperaturas e os efeitos do vento solar (a corrente de partículas carregadas procedentes do Sol).

A descoberta poderá ter importantes repercussões na astrobiologia. Em geral, um requisito considerado imprescindível para que um planeta possa abrigar vida é a presença de água líquida em sua superfície. A descoberta da sonda Venus Express demonstra que, ao menos em princípio, é possível que um planeta expulse íons no espaço devido unicamente aos campos elétricos de sua ionosfera. Portanto, a partir de agora esse será um efeito que os pesquisadores terão que levar em conta na hora de avaliar a habitabilidade de qualquer exoplaneta.

Fonte: http://www.universoracionalista.org/descoberto-um-intenso-campo-eletrico-em-venus/

Publicado na Scientific American

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Mente quântica: como podemos transformar a nossa realidade



As crenças que se encontram enraizadas no seu subconsciente influenciam a interpretação de tudo o que acontece com você, seja no seu exterior ou no seu interior. Por outro lado, muitas dessas crenças são errôneas e nos levam a ter pensamentos, emoções e comportamentos que constituem fontes de bloqueio e sofrimento. Pense que todos temos o poder de transformar a nossa realidade e até mesmo de escolher os sonhos que alimentamos. Mas para chegar a isso, primeiro você tem que compreender o que é a mente quântica.
Todos os seres vivos e tudo o que temos ao nosso redor (o que acreditamos que é a realidade) é formado por átomos. Átomos cujo interior é, em grande parte, vazio. Além disso, para entender este artigo, pense no seguinte: tudo o que é físico na sua vida não é composto de matéria, mas de campos energéticos ou de padrões de frequência de informação.

Nossa mente é uma mente quântica

A matéria é mais “nada” (energia) do que “algo” (partículas). Antigamente acreditava-se que os elétrons orbitavam em volta do núcleo, como os planetas orbitam em volta do sol. Atualmente, os cientistas nos dizem que o átomo é composto de 99,99999% de energia e cerca de 0,00001% de matéria. Em forma de proporção, isso não é quase nada.
Os físicos quânticos descobriram que a pessoa que está observando as partículas infinitesimais do átomo afeta a conduta da energia e da matéria. Os experimentos quânticos demonstraram que os elétrons existem como uma infinidade de possibilidades ou probabilidades em um campo visível de energia.
Mas apenas quando o observador se fixa em qualquer localização de um elétron é que esse elétron aparece. Em suma, uma partícula não pode se manifestar na realidade, ou seja, no espaço-tempo tal como nós o conhecemos, até que ela seja observada. Então, quando o observador “busca” um elétron, há um ponto concreto no espaço e no tempo em que todas as possibilidades do elétron colapsam em um acontecimento físico.
Com este descobrimento, mente e matéria já não podem continuar sendo consideradas de forma separada; elas estão intrinsecamente ligadas, porque a mente subjetiva exerce mudanças perceptíveis no mundo físico subjetivo: falamos de uma mente quântica. Pense que, se a nível subatômico a energia responde à sua atenção e se converte em matéria, como a sua vida iria mudar se você aprendesse a dirigir o efeito observador e a colapsar ondas infinitas de probabilidade na realidade que deseja? Você seria um melhor observador da vida que deseja viver?




O poder da nossa mente quântica: pensamentos e sentimentos
Por natureza, tudo o que existe no universo físico é feito de partículas subatômicas como os elétrons. Estas partículas estão em um estado de onda (energia, lembre-se de que é os 99,99999%), enquanto não são observadas. Potencialmente são “tudo” e “nada”, até que sejam observadas. Elas existem em todos os lugares e em lugar nenhum até que sejam observadas.
Portanto, tudo o que existe na nossa realidade física existe como puro potencial. Se as partículas subatômicas podem existir de forma simultânea em uma infinidade de lugares possíveis, somos potencialmente capazes de colapsar em uma infinidade de possíveis realidades. Ou seja, se você pode imaginar um acontecimento futuro na sua vida se baseando nesses seus desejos, esta realidade já existe como possibilidade no campo quântico esperando que você a observe. Se a sua mente quântica é capaz de influenciar o aparecimento de um elétron, em teoria também pode influenciar a aparição de qualquer possibilidade.


Nossos pensamentos e sentimentos não são uma exceção em tudo isso. Tanto os pensamentos quanto os sentimentos têm um sinal eletromagnético. Os nossos pensamentos enviam um sinal elétrico para o campo quântico. Assim, nossos sentimentos teriam o poder de “atrair magneticamente” situações na vida. Ao unir isso, o que pensamos e o que sentimos produz um estado do ser que gera uma marca eletromagnética, que por sua vez influencia cada átomo do nosso mundo. Esse acontecimento faz com que nos perguntemos: o que eu estou transmitindo (de forma consciente e inconsciente) na vida cotidiana?
Todas as experiências existem potencialmente como impressões eletromagnéticas no campo quântico.
Há uma infinidade de possíveis marcas eletromagnéticas (de inteligência, riqueza, liberdade, saúde…) que já existem como um padrão de frequência de energia. Se ao mudar o seu jeito de ser (ou seja, mudar as suas crenças e, assim, mudar os seus pensamentos, emoções e comportamentos), você irá criar um novo campo eletromagnético que coincide com este potencial no campo quântico da informação, é possível que você tenha se deparado com essa situação ao ser atraído por ela ou que a situação encontrou você? Tudo indica que esta é uma hipótese muito provável em função dos conhecimentos de física com os quais contamos na atualidade.
Mas para que isto ocorra, você tem que ter consciência sobre todas aquelas crenças que estão no subconsciente e que te provocam bloqueios. Por exemplo, você, conscientemente, quer ter dinheiro, mas sua mente consciente dá uma ordem contrária: desde pequeno você viu e ouviu que o dinheiro é muito difícil de conseguir e que as pessoas ricas são arrogantes. Este sinal é o que a sua mente subconsciente manda para o campo quântico, e por isso você não atrai dinheiro para a sua vida. Seria preciso desbloquear este tipo de crença, pois a mudança exige coerência.


O princípio de coerência

A coerência começa alinhando os pensamentos e os sentimentos. Quantas vezes você tentou criar algo, acreditando na sua mente quântica que você conseguiria, enquanto seu coração lhe dizia o contrário? Que resultado aquele sinal incoerente que você estava enviando produziu?
As ondas de um sinal são muito mais potentes quando são coerentes, e o mesmo ocorre quando seus pensamentos estão alinhados com os seus sentimentos. Quando seus pensamentos claros e centrados no seu objetivo são acompanhados por uma forte implicação emocional, você transmite um sinal eletromagnético mais potente que atrai uma possível realidade que coincide com a que você deseja.
Você pode querer abundância na sua vida, ter pensamentos de ser rico, mas se você se sente pobre e seguindo as hipóteses que estamos discutindo neste artigo, você não vai atrair a abundância para a sua vida. Por que não? Porque os pensamentos são a linguagem do cérebro, e os sentimentos são a linguagem do corpo. Você está pensando uma coisa e sentindo outra totalmente diferente. E quando não existe essa coerência, o corpo deixa de responder de forma coerente. Pense que em você há um enorme poder para criar a realidade na qual você habita.
Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/mente-quantica-transformar-realidade/

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