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sábado, 9 de setembro de 2017

A Agenda 21 - O quê é de Verdade




A Agenda 21, um plano da elite para redução populacional e controle do planeta. 

Essa agenda está relacionada diretamente com as inscrições encontradas nas pedras da Georgia EUA.


Somente aqueles que buscam a verdade terão a oportunidade de conhecê-la, obviamente não é fácil, acima de tudo precisa de tempo e dedicação, não existem outros meios ou termos, porém cabe a cada um decidir até onde ir...




A Agenda 21 foi um dos principais resultados da conferência Eco-92 ou Rio-92, ocorrida 
no Rio de Janeiro, Brasil, em 1992. É um documento que estabeleceu a importância de cada país a se comprometer a refletir, global e localmente, sobre a forma pela qual governos, empresas, organizações não-governamentais e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas socioambientais. 

Cada país desenvolve a sua Agenda 21 e no Brasil as discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável (CPDS) e da Agenda 21 Nacional . A Agenda 21 se constitui num poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.




Com a Agenda 21 criou-se um instrumento aprovado pela OMF, internacionalmente, que 
tornou possível repensar o planejamento. Abriu-se o caminho capaz de ajudar a construir 
politicamente as bases de um plano de ação e de um planejamento participativo em âmbito 
global, nacional e local, de forma gradual e negociada, tendo como meta um novo 
paradigma econômico e civilizatório.

As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são os programas de inclusão social (com o 
acesso de toda a população à educação, saúde e distribuição de renda), a 
sustentabilidade urbana e rural, a preservação dos recursos naturais e minerais e a 
ética política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável. Mas o mais 
importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de 
sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício. 

A Agenda 21 é um plano de ação para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana impacta o meio ambiente. Não houve resistência dos países para a liberação do acordo.




A adoção formal por parte da ONU do conceito de desenvolvimento sustentável parte da 
criação em 1972 da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (WCED) que em 1987 publicou um relatório intitulado "Nosso futuro comum", também conhecido como o relatório Brundtland. Esse relatório indicou a pobreza nos países do sul e o consumismo extremo dos países do norte como as causas fundamentais da insustentabilidade do desenvolvimento e das crises ambientais. A comissão recomendou a convocação de uma conferência sobre esses temas.

O desenvolvimento da Agenda 21 começou em 23 de dezembro de 1989 com a aprovação em assembléia extraordinária das Nações Unidas uma conferência sobre o meio ambiente e o desenvolvimento como fora recomendado pelo relatório Brundtland e com a elaboração de esboços do programa, que, como todos os acordos dos estados-membros da ONU, sofreram um complexo processo de revisão, consulta e negociação, culminando com a segunda Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, mais conhecida como Rio-92 ou Eco-92, entre 3 e 14 de junho de 1992 no Rio de Janeiro, onde 
representantes de 179 governos aceitaram adotar o programa.




A Agenda 21 teve um estreito acompanhamento a partir do qual foram feitos ajustes e 
revisões. Primeiro, com a conferência Rio+5, entre os dias 23 e 27 de junho de 1997 na 
sede da ONU, em Nova Iorque; posteriormente com a adoção de uma agenda complementária denominada metas do desenvolvimento do milênio (Millenium development goals), com ênfase particular nas políticas de globalização e na erradicação da pobreza e da fome, adotadas por 199 países na 55ª Assembléia da ONU, que ocorreu em Nova Iorque entre os dias 6 e 8 de setembro de 2000; e a mais recente, a Cúpula de Johannesburgo, na cidade sul-africana entre 26 de agosto a 4 de setembro de 2002.



Este termo, contou com a assinatura de 179 países.

Os temas fundamentais da Agenda 21 estão tratados em 41 capítulos organizados em um 
preâmbulo e quatro seções:

1.Preámbulo

Seção I. Dimensões sociais e econômicas

2.Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em 
desenvolvimento das políticas internas conexas

3.Luta contra a pobreza

4.Evolução das modalidades de consumo

5.Dinâmica demográfica e sustentabilidade

6.Proteção e fomento da saúde humana

7.Fomento do desenvolvimento sustentável dos recursos humanos

8.Integração do meio ambiente e o desenvolvimento na tomada de decisões

Seção II. Conservação e gestão dos recursos para o desenvolvimento

9.Proteção da atmosfera

10.Enfoque integrado do planejamento e da ordenação dos recursos das terras

11.Luta contra o desmatamento

12.Ordenação dos ecossistemas frágeis: luta contra a desertificação e a seca

13.Ordenação dos ecossistemas frágeis: desenvolvimento sustentável das zonas montanhosas

14.Fomento da agricultura e do desenvolvimento rural sustentável

15.Conservação da diversidade biológica

16.Gestão ecologicamente racional da biotecnologia

17.Proteção dos oceanos e dos mares de todo tipo, incluídos os mares fechados e semi-
fechados e as zonas costeiras, e o uso racional e o desenvolvimento de seus recursos 
vivos.

18.Proteção da qualidade dos recursos de água doce: aplicação de critérios integrados 
para o aproveitamento, ordenação e uso dos recursos de água doce

19.Gestão ecologicamente racional dos produtos químicos tóxicos, incluída a prevenção do tráfico internacional ilícito de produtos tóxicos e perigosos

20.Gestão ecologicamente racional dos rejeitos perigosos, incluída a prevenção do 
tráfico internacional ilícito de rejeitos perigosos

21.Gestão ecologicamente racional dos rejeitos sólidos e questões relacionadas com as 
matérias fecais

22.Gestão inócua e ecologicamente racional dos rejeitos radioativos

Seção III. Fortalecimento do papel dos grupos principais

23.Preâmbulo

24.Medidas mundiais em favor da mulher para atingir um desenvolvimento sustentável e 
equitativo

25.A infância e a juventude no desenvolvimento sustentável

26.Reconhecimento e fortalecimento do papel das populações indígenas e suas comunidades

27.Fortalecimento do papel das organizações não-governamentais associadas na busca de um desenvolvimento sustentável

28.Iniciativas das autoridades locais em apoio ao Programa 21

29.Fortalecimento do papel dos trabalhadores e seus sindicatos

30.Fortalecimento do papel do comércio e da indústria

31.A comunidade científica e tecnológica

32.Fortalecimento do papel dos agricultores

Seção IV. Meios de execução

33.Recursos e mecanismos de financiamento

34.Transferência de tecnologia ecologicamente racional, cooperação e aumento da 
capacidade

35.A ciência para o desenvolvimento sustentável

36.Fomento da educação, a capacitação e a conscientização

37.Mecanismos nacionais e cooperação internacional para aumentar a capacidade nacional nos países em desenvolvimento

38.Acordos institucionais internacionais

39.Instrumentos e mecanismos jurídicos internacionais

40.Informação para a adoção de decisões

41.ligados a eco 92

Agenda 21 Brasileira



Em 1997 foi criada Agenda 21 Brasileira, com o propósito de firmar compromissos da sociedade brasileira com o desenvolvimento sustentável e, com isto, promover padrões de consumo e produção sustentáveis (AGENDA 21 BRASILEIRA, 2004).

Critérios sustentáveis

A Instrução Normativa nº 01/2010 definiu os critérios de sustentabilidade ambiental que podem ser inseridos nas especificações de bens, serviços e obras da Administração Pública Federal (BRASIL, 2010a).

A Lei de Licitações inovou, Lei Federal nº 8.666/1993, ao colocar que as especificações para a aquisição de bens, contratação de serviços e obras na esfera federal deverão conter critérios de sustentabilidade, deixando ao instrumento convocatório a formulação da exigência de natureza ambiental de forma a não frustrar a competitividade (BRASIL, 2010a).

Verificou-se a existência de fundamentação legal suficiente para a inserção dos critérios sustentáveis nas compras públicas. Com isso, demonstra-se que estes critérios podem ser utilizados, desde que a sua aplicação não contrarie aos princípios que norteiam a Administração Pública (DOROCINSKI, 2011).

Passos para inclusão de critérios sustentáveis nas compras públicas:

1º Identificar os bens, serviços e obras mais adquiridos (bens comuns)para analisar a viabilidade de adotar exigências de sustentabilidade nas licitações futuras, optando por produtos equivalentes que causem menor impacto ambiental e tenham maior eficiência energética. Também devem ser exigidas práticas sustentáveis nas execuções dos serviços e obras.

2º Verificar a disponibilidade no mercado. Há grande oferta em relação a muitos produtos. Existem portais com catálogos de bens e serviços sustentáveis.

3º Incluir gradativamente critérios ambientais, elaborando especificações técnicas claras e precisas dos produtos, bens e construções sustentáveis.

4º Os novos critérios deverão ser incluídos nos editais de compras, serviços e obras.

5º Comunique-se com outros gestores para trocar informações, pedir auxílio e sensibilizá-los.

Fonte: Contratações Públicas Sustentáveis, 2010. Disponível em: http://cpsustentaveis.planejamento.gov.br/?page_id=2

A análise do mercado compreende: • identificar e avaliar os recursos disponíveis no mercado, especialmente no mercado local, e as possibilidades de ampliação da competitividade, sem perda de economia de escala; • levantar os preços correntes do mercado; • levantar as condições de aquisição e pagamento usualmente praticadas pelo setor privado; • levantar os padrões de desempenho e qualidade usualmente adotados no mercado; • estimar a homogeneidade ou heterogeneidade entre os fornecedores quanto à possibilidade de uso do direito de preferência nos casos de empate e/ou para inserção de mecanismos de estímulo às micro e pequenas empresas (Comunidade de Tecnologia da Informação Aplicada ao Controle (TIControle), disponível em: http://www.ticontrole.gov.br/).

As aquisições públicas podem auxiliar na criação de um grande mercado para negócios sustentáveis (GUIA DE COMPRAS, 2010).

Todas essas informações acima foram publicadas em caráter oficial, mas o quê eles não te dizem abertamente? O quê há por traz da chamada Agenda 21? Qual é a verdade relacionada com essa agenda? Para saber, é preciso assistir os vídeos abaixo... 

























Ainda existe uma grande lista da agenda que não foi mostrada aqui, tudo fica muito claro quando você junta todos esses fatos.

Você ainda acredita que tudo isso são somente teorias? E não uma grande conspiração global contra toda a humanidade?

Alguns casos ficaram de fora por motivos não prolongar ainda mais esse artigo, eles são programas e projetos onde são usados muitos recursos contra o bem estar da população, entre eles estão o projeto HAARP, despejo de vários componentes químicos na água potável, vacinação, ondas eletromagnéticas dos aparelhos celulares entre muitos outros, assista mais um vídeo abaixo que abordam esses assuntos:














A agenda é muito extensa, não caberia tudo em um único artigo, mas as informações contidas aqui, já é o suficiente para um despertamento adequado... existem muito os fatos que precisam ser explorados, que se encontram principalmente neste blog e página relacionada.

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