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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 24 de junho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 148- ARQUEOLOGIA POUCO CONFORMISTA





"Por que, às vezes, não nos lembramos de nomes, endereços, conceitos, números de telefones, mesmo esforçando muito a nossa memória? 
Contudo "sentimos" perfeitamente que o procurado está escondido em algum lugar nas cinzentas células do nosso cérebro, esperando apenas ser redescoberto. Onde ficou a memória daquilo que "sabemos perfeitamente"? (Erich Von Däniken - De Volta às Estrelas)




A memória daquilo que "instintivamente sabemos", um dia qualquer será inevitavelmente resgatada! Rio de Janeiro, cidade repleta de antigos mistérios! Em conjunto com a Pedra da Gávea, Pedra Bonita e o Morro do Corcovado, temos também o Morro do Pão de Açúcar, aqui visto desde a tranqüila Enseada da Urca. Trata-se de uma colossal esfinge leonina que invade quilômetros adentro as águas da Baía de Guanabara - como que, desde tempos imemoriais, montando guarda à cidade. Desse privilegiado ângulo podemos ver o perfil dessa gigantesca escultura, nitidamente artificial. Avançando mar adentro, as patas dessa esfinge são igualmente de uma perfeição absoluta, .


E aqui, temos um "close" lateral dessa impressionante face leonina. Fizemos questão de tomar essa foto para que você pudesse ver - além do famoso "Rosto do Faraó", quase no topo e bem abaixo da estação do famoso teleférico - aquilo que seria a "orelha" da esfinge, perfeitamente talhada na rocha bruta desde o topo! Vale lembrar que do outro lado dessa montanha, precisamente no lado da Enseada de Botafogo, uma colossal Íbis, que se torna cada vez mais nítida de acordo com a movimentação do Sol, acha-se também profundamente talhada no duro granito.


E a montanha que você vê acima está situada no Chile e nela, bem no topo, existe um curioso planalto que tem o nome não menos curioso de "El Enladrillado". Esse planalto foi artificialmente aplainado em tempos muito remotos por uma desconhecida civilização, nele deixando uma espécie de CAMPO DE POUSO! A coisa é, de fato, tão séria que vários jornais daquele país chegaram a efetuar protestos nos seus editoriais, perguntando o porquê de esconderem essa espantosa verdade e - mais ainda - denunciando a inexplicável "falta de interesse" dos arqueólogos em explorá-lo. (FOTO: © Sherpalito)


"El Enladrilado" ostenta ainda outros mistérios: além dos imensos 233 blocos rochosos geometricamente ordenados que para lá foram transportados não se sabe como, TAL COMO EM NAZCA, no Peru, somente a partir do ar podem ser nitidamente vistos alguns estranhos sinais voltados para o céu! E somente UMA expedição científica esteve no local, dirigida pelo Dr. Humberto Sarnataro Bounaud (e isso em 1968), o qual atestou (grifos nossos): - "uma cultura do passado, desconhecida por nós, ali pôs mãos à obra, uma vez que os indígenas dessa região jamais teriam capacidade para tanta proeza, tal planalto já era do conhecimento geral no país que se tratava de um excelente campo de pouso para TODOS OS POSSÍVEIS CORPOS VOADORES"!


E aqui vemos a estranha "Pedra de Saywite", situada no Peru, entre Abancay e o Rio Apurinac, próximo a Cuzco. Bem no topo de uma alta colina, esse imenso monumento rochoso - moldado em um só bloco - ostenta uma altura de 2,50 metro por 11 metros de diâmetro. Trata-se, ao que parece, de uma maquete, mostrando nos seus mínimos detalhes terraços, templos, quarteirões inteiros, canais de escoamento - e, além disso, centenas de símbolos e caracteres alfabéticos INEXISTENTES NA TERRA, até hoje indecifrados!


Março de 2005: descoberta nas milenares e sempre misteriosas areias do Egito, precisamente nas proximidades das Pirâmides de Saqqara, o sarcófago de uma múmia que esteve enterrada por seis metros de profundidade desde 2300 anos. (FOTO: AP)


Segundo o Dr. Zawi Hawass, Diretor do Supremo Conselho Egípcio de Antigüidades, visto na imagem (e que por sinal SEMPRE intervém quando algo "fora dos padrões normais" é encontrado), - "Trata-se da mais linda múmia jamais descoberta no Egito!". (FOTO: AP)


Sem qualquer dúvida, uma vez que a múmia desse desconhecido personagem, oriundo segundo se pensa, da Trigésima Dinastia (podendo, no entanto, muito mais antiga do que divulga), está encerrada no mais belo e estonteante sarcófago que já se viu. (FOTO: AFP)


Em primeiro lugar, o viço das tintas empregadas nas suas belas pinturas é simplesmente inexplicável para algo que desafiou o tempo por 2 mil anos, ou quem sabe MAIS! Parece que foram pintadas ontem! Um mistério que, aliás, é constante também nas profundas tumbas escavadas rochas adentro e que até hoje não conseguiu ser devidamente decifrado. Em segundo lugar, a máscara do mais puro ouro que o reveste, além das imagens das mais altas divindades do Panteão Egípcio, mostrando inclusive todos os ritos sagrados da mumificação, sugerem que no seu interior está preservada a múmia de um personagem importantíssimo. (FOTO: AFP/Getty Images)


Linda, realmente. O estranho é que tamanha pompa somente era reservada aos soberanos, aos altos sacerdotes e aos grandes Iniciados da história do Antigo Egito. Além do mais, por que exatamente (e fugindo a todos os padrões), esse sarcófago contendo as insígnias das divindades, estava encerrado em um nicho tão simples ao invés de uma suntuosa tumba?


Mais estranhamente ainda, não há qualquer identificação de QUEM exatamente está encerrado nas bandagens do seu interior, como também o fato de que esse sensacional achado foi logo confiscado pelo Governo Egípcio que pretende submetê-lo a um detalhado exame através das modernas técnicas de Tomografia Computadorizada. Essa descoberta foi mantida sob sigilo e somente dois meses depois, precisamente em 5 de maio de 2005, veio ao conhecimento do público. Por que? (FOTO: AP)


E muito mais estranho ainda do que o sigilo oficial que cercou o assunto, é o fato de que as pirâmides de Saqqara encerram o mistério de Imoteph, um antigo e misterioso personagem que mais tarde veio a ser considerado uma divindade - responsável pela transmissão aos Egípcios dos seus mais elevados conhecimentos em todos os ramos da ciência. A precursora pirâmide escalonada de Saqqara é um exemplo típico da sua genialidade. FOTO: Lucas Alexander)


Achar a tumba secreta de Imoteph sempre foi durante séculos o maior sonho de todos os arqueólogos. Quem sabe este mistério não será resolvido agora? Imoteph, ou "aquele que veio em paz", assim como o nome bem o diz, foi um "estrangeiro" no Egito, ou seja, veio de algum outro lugar. Arquiteto, estadista, astrônomo, sacerdote, e acima de tudo médico, sabe-se apenas que foi enterrado.... Segundo seu desejo, ao invés de ter sido em um templo suntuoso, em um lugar o mais simples possível, dizem as Tradições. Na foto acima, uma das raras estátuas egípcias de Imoteph. Note-se, através dos seios, o seu caráter andrógino.


Mas, voltemos nesse ponto à magnificamente adornada múmia recentemente encontrada no Egito. Os hábeis artistas do Nilo tinham por hábito preservar nas máscaras funerárias (e com grande fidelidade) os rostos dos embalsamados. A cor escura, mas somente NAS PINTURAS MURAIS, significava um personagem do sexo masculino. Compare, então, ESTE aí de cima com o rosto da estátua mostrada na foto enterior. Então, o que acha? Incrivelmente parecido? Diríamos que SIM! (FOTO: AP, rotacionada)


De fato (e há muito interesse em esconder isso), o Egito guarda os segredos de uma estranha raça, Atlante ou possivelmente de natureza alienígena, que em tempos muito remotos foi a responsável pela sua súbita grandeza como civilização altamente constituída. Os registros históricos relatam que o califa Al-Mamoun, no ano 820, foi o primeiro a penetrar na Grande Pirâmide de Gizé, através de uma abertura que mandou explodir um pouco acima da entrada principal, a qual ainda não tinha sido descoberta. Conseguiu chegar até uma pequena câmara secreta que continha um estranho sarcófago, encerrando um corpo todo coberto em ouro cuja cabeça era adornada por um rubi do tamanho de um ovo de galinha! Onde isso foi parar ninguém sabe. Naquele tempo, tanto quanto hoje, já existia a grande conspiração do silêncio!


Há ainda muitos outros profundos mistérios no milenar Egito! Na foto, tomada em abril de 2005, outra recente e sensacional descoberta: o gigantesco fóssil daquilo que, na falta de um nome melhor, classificaram como "uma baleia", recebendo até o pomposo nome de "Basilosaurus isis". Com uma idade avaliada pelo DR. Philip D. Gingerich e sua equipe em cerca de 40 milhões de anos, esse monstro dito pré-histórico e ostentando um comprimento de 18 metros nunca foi verdadeiramente uma autêntica baleia. Trata-se, ao que parece, de uma SERPENTE MARINHA, que os céticos tanto negam pelo mundo afora ou, quem sabe, UM ANIMAL DESCONHECIDO NESTE PLANETA! Basta que se olhe para o tal fóssil para se perceber que não é dotado da tradicionais costelas, bastante curvas nos cetáceos de um modo geral. Bem ao contrário, o estranho animal possuía agudas barbatanas dentadas no seu dorso. Como seria de se esperar, logo esse exemplar foi transportado para Michigan, EUA, de modo a ser estudado, sob a promessa de que "em breve" retornaria ao Egito. Será? Faça a sua aposta! (FOTO: University of Michigan)

"Ou os construtores dos monumentos únicos no mundo possuíam uma ciência tão avançada como a nossa..... Ou eram os guardiães de uma Tradição que remontava aos tempos mais primitivos e desejaram fixar na pedra os dados fornecidos pela revelação ao espírito do primeiro homem"
(Abade Moreux)


Este é o intrigante mistério de Sigiriya - uma alta montanha situada no Sri Lanka, totalmente aplainada, ostentando no topo as intrigantes ruínas de uma antiga fortaleza, ou quem sabe uma outrora portentosa cidade habitada por uma velhíssima civilização desconhecida! O mistério principal reside não só no fato de a montanha ter sido como que artificialmente aplainada, como também DE QUE MODO as imensas rochas foram levadas até o topo de modo a construir magníficos complexos muito semelhantes, por sinal, às portentosas ruínas atribuídas aos Incas, no Peru.


Nos dias 27 e 28 de maio de 2000, Sigiryia foi objeto de um fórum de cientistas e de estudiosos em geral que, após muitos debates, chegaram a apenas UMA única conclusão sobre os seus intrigantes mistérios:


Sigiryia, que no distante Sri Lanka muito nos lembra Machu Picchu, nos seus quase 190 metros de altitude está repleta de muralhas, esculturas bizarras, inscrições desconhecidas, além de vários painéis e afrescos elaborados em pedras semipreciosas. Oficialmente, presume-se que essa suposta fortaleza date do Quinto Século. Mas para quê se colocaria uma fortaleza nessa altitude e além do mais em um local praticamente inacessível? Tudo são suposições, e a verdade sobre ela talvez jamais seja conhecida. E você deseja saber qual a conclusão a que chegaram os participantes do movimentado fórum sobre os seus intrigantes enigmas? Exatamente a mesma de um dos cientistas participantes, o Dr. Lyn de Alwis: - “Sigiriya é mais misteriosa hoje do que ontem!".


Temos que humildemente reconhecer que NADA sabemos. NADA daquilo que pensamos conhecer é definitivo - uma vez que ainda resta muita coisa a ser descoberta! Outro fato inexplicavelmente mantido sob sigilo e que somente foi divulgado em abril de 2005: na foto, um ousado cientista tenta inutilmente por rapel chegar ao fundo inexistente da Caverna Krubera - suspeita-se que ARTIFICIALMENTE PRODUZIDA e descoberta nas montanhas dos Cáucasos, Rússia! De acordo com aquilo que os atônitos cientistas constataram, Krubera - dotada de uma simetria muito precisa para se tratar de uma simples obra da Natureza - é a mais profunda caverna de todo o globo, verdadeiramente dirigindo-se às profundezas desconhecidas do planeta Terra..... Como se um projétil vindo sabe-se lá de onde e dotado de potência muito poderosa, ou quem sabe uma estupenda perfuratriz, a tivesse escavado em tempos imemoriais! Durante 4 semanas, em agosto de 2004, 56 escavadores, 45 homens e 11 mulheres - representantes de sete países - fizeram a abertura da caverna removendo toneladas de terra, e além disso procedendo à exploração do local. Uma corda de prospecção foi lançada e por 3,2 quilômetros de profundidade não encontrou o fundo! Em agosto de 2004, tudo o que os cientistas conseguiram descer chegou a 1840 metros. Em outubro, porém, chegaram ao limite máximo que puderam alcançar: 2080 metros! - "É como escalar um Everest ao contrário, porém com uma importante diferença - disse Alexander Klimchouk, organizador do projeto - quando você explora uma caverna não sabe onde está o limite final. E até agora não sabemos onde está o limite, ou para onde ele se dirige. Acreditamos que ele se situa cada vez mais distante". (FOTO: National Geographic)


E por falar em cavernas, "Dos rudimentares primatas ao homem" - segundo nos ensina a Ciência clássica. Mas até que ponto devemos acreditar nessa falácia? São muitas as teorias; inventam a cada dia novos e novos "ancestrais" para a nossa espécie, mas, verdadeiramente, a nossa presença aqui na Terra é um profundo mistério - talvez o maior mistério dentre todos aqueles que nos cercam. Porém, muitos modernos cientistas dotados de mentalidades abertas já estão quase que convencidos de que somos completamente ESTRANHOS nesse terceiro mundo que gira ao redor de um sol-anão de quinta grandeza. O fato é que em matéria de "ancestrais" (segundo o New York Times, "cujos ossos de todos eles reunidocaberiam apenas em uma mesa de bilhar"), por enquanto estamos mesmo muito bem servidos. Mas, afinal de contas, qual teria sido o nosso VERDADEIRO ancestral?


Seria o chamado Homem de Neanderthal, que até uma certa época conviveu com outras espécies humanas mas desapareceu repentinamente dos nebulosos cenários da Pré-história? DE MANEIRA ALGUMA!


Na foto, um crânio atribuído ao Homem de Neanderthal, assim chamado em homenagem ao Distrito de Neander, Alemanha, onde foi descoberto seu primero fóssil. Aliás, foi somente baseado no único crânio e em uns poucos ossos dessa antiga criatura deformada pela doença que os imaginosos teóricos da Evolução "reconstituíram" o Neanderthal!


Aqui, o que a Ciência oficialmente aceita como tendo sido o chamado Cro-Magnon - assim denominado em homenagem ao local no Sul da França onde foram encontrados alguns ossos - e, dizem, do qual supostamente proviemos até atingir o que hoje somos, o Homo sapiens sapiens. O Anatomista Solly Zuckerman, no conceituado "Journal of the Toyal College of Surgeons", de Edimburgo, muito apropriadamente escreveu: - "A busca do proverbial "elo que faltava" na evolução do homem, o santo graal de uma seita nunca moribunda de anatomistas e bólogos, dá margem à especulação e ao florescimento de mitos tão facilmente hoje, ou até mais, do que há 50 anos".


E ainda, segundo "eles" nos ensinam, o Cro-Magnon foi evoluindo até se transformar "nisso" que você está vendo acima. São, de fato, muito imaginosos! É realmente uma barafunda tão grande de pseudos ancestrais que nos impingem que, por sua vez, igualmente chegou a levar o renomado autor Malcolm Muggeridge, muito revoltado aliás, a escrever: - A posteridade, sem dúvida, ficará pasma - e espero que ache muita graça nisso - de ver como tal teorização desmazelada e nada convincente conseguiu dominar com tanta facilidade as mentes do Século XX, e ainda ser tão ampla e irresponsavelmente aplicada".


E você acredita mesmo que as "coisas" meio simiescas mostradas nas ilustrações anteriores, os chamados Cro-Magnons, foram os responsáveis por essas insólitas e além de tudo extremamente inteligentes manifestações de arte, espalhadas por todo o mundo - assim como essa acima mostrada, presente em Lascaux? Veja só como funciona o sempre eficiente esquema de contra-verdade: era o verão do ano 1879 quando o fidalgo e arqueólogo amador Marcelino de Sautuola encontrou a entrada para uma grande caverna situada na sua propriedade. Ao nela penetrar juntamente com o seu filho, ficou abismado com as maravilhas que se descortinavam diante dos seus olhos. Todo o interior daquela caverna, do chão até o teto, estava literalmente estampado com imagens belíssimas, originárias dos tempos ditos pré-históricos.... E de cores tão vívidas e maravilhosas que mesmo diante do transcorrer de milhares de anos, algumas tintas ainda estavam quase que tão frescas e intensas como no dia em que foram criadas, a ponto de algumas cores saírem nas pontas dos seus dedos! Estava descoberta a Gruta de Altamira, o mais impressionante painel colorido da nossa pré-história, uma verdadeira obra de arte através da sua profusão de detalhes e das suas cores estonteantes! Porém, essa sensacional descoberta teve o seu amargo preço. Os sábios da época, não podendo explicar aquilo que tinham diante de si, logo falaram que "uma arte tão soberba jamais poderia ter sido criada por selvagens" - no que, de certa forma, tinham toda a razão. Chegaram ao ponto de absurdamente acusar o seu descobridor "de ter contratado renomados artistas para produzir tais prodígios". Os doutos sábios do Congresso de Pré-historiadores de Lisboa, chegaram a condená-lo por unanimidade, expondo o pobre Dom Marcelino ao ridículo oficial. Somente vinte anos depois, o arqueólogo francês Henri Breuil, mais tarde denominado "O sacerdote das cavernas pintadas", descobriu inúmeras outras cavernas idênticas em diversas partes do mundo, vindo a atestar a autenticidade de Altamira - até hoje (oficialmente) considerada como "manifestação artística dos Cro-Magnons". Só pode mesmo ser piada!


Êpa, e o quê é isso agora nessa ilustração? Resposta: - o quê "eles" dizem que teria sido o primeiro Homo Erectus , ou seja, o nosso "ancestral" mais direto. E pela expressão do personagem retratado, parece que nem mesmo ele acredita muito nisso. O Homo sapiens surgiu de maneira inexplicável (e REPENTINAMENTE) em meio ao antigo cenário terrestre. Esta é a grande verdade que "eles" escondem e que, por sua vez, muitos outros teimosamente se recusam a admitir! A esse respeito, muitas publicações científicas sérias já admitem - e preste bastante atenção nisso - que (grifos nossos) - "As datas determinadas pela decomposição radioativa podem estar equivocadas - não apenas em questão de anos, mas em ordem de magnitudes. Assim, o homem, ao invés de estar andando pela Terra já por 3,6 milhões de anos, talvez esteja por aqui por apenas ALGUNS MILHARES DE ANOS". Somente alguns milhares de anos? De onde teria vindo então?


AQUI está uma das chaves do atordoante mistério! Segundo Gould, na sua obra The Mismeasure of Man (A Dimensão Errônea do Homem), grifos nossos: - "não dispomos de evidência alguma de alteração biológica no tamanho ou na estrutura do cérebro desde que surgiu o Homo sapiens nos fósseis, CERCA DE CINQÜENTA MIL ANOS ATRÁS. Já o tratado The Universe Within (O Universo Interior), foi ainda mais longe: - "O que moveu a evolução a produzir, como que da noite para o dia, a moderna humanidade, com seu cérebro altamente especializado? A evolução é incapaz de responder. Mas, poderia a resposta estar na CRIAÇÃO de uma criatura muito complexa e DIFERENTE"?


Onde se situaria, portanto, aquela que talvez fosse apenas mais uma das chaves do mistério? Acima, o belo e profundo simbolismo da Árvore Cabalística da Vida. A Kabala, Qbala, ou ainda Cabala, tem uma origem milenar e desconhecida, representando a Tradição transmitida através dos tempos imemoriais e sempre sob a zelosa guarda e a proteção dos mais altos Mestres e dos mais elevados Iniciados através das eras. E você quer saber algo muito interessante sobre essa Sagrada Tradição? Então, preste bastante atenção naquilo que Ela textualmente relata: - "O habitantes do mundo de GEH semeiam e plantam árvores. Se alimentam de tudo que uma árvore produz, mas desconhecem o trigo e todos os demais cereais. Seu mundo é sombrio e nele existem animais de grande porte. Os habitantes do mundo de NESZIAH comem arbustos e vegetais, que não necessitam cultivar. São de baixa estatura e, ao invés de narizes, possuem dois orifícios nas cabeças pelos quais respiram e no seu mundo há um sol vermelho. Os que habitam o mundo de TZIAH não necessitam comer daquilo que os outros comem. Estão sempre à procura de água. Seus rostos são de grande beleza e sua fé a mais forte de todos o seres. No seu mundo há grande riquezas e muitas edificações bonitas. O solo é seco e lá existem dois sóis. Os habitantes do mundo de THEBEL comem de tudo aquilo que provém da água. São superiores a todos os outros seres e seu mundo é divido em zonas, cujos habitantes de distinguem entre si pela cor da pele e pelas feições dos rostos. Seu mundo fica longe do sol. Os habitantes do mundo de EREZ são descendentes de Adão. Os habitantes do mundo de ADAMAH também descendem de Adão, pois Adão queixou-se da solidão existente no mundo de EREZ. Lavram a terra e comem vegetais, animais e pão. Quase sempre vivem tristes e guerreiam entre si. Nesse mundo os agrupamentos de estrelas são visíveis. Antigamente receberam as visitas freqüentes dos habitantes do mundo de THEBEL, mas lá os visitantes perderam a memória e se esqueceram de onde vieram. Os habitantes do mundo de ARPA fazem a semeadura e a colheita. Seus rostos são diferentes dos nossos. Visitam todos os mundos e falam todas as línguas". Não é simplesmente chocante? Como a vida em outros planetas pôde ser descrita com tanta fidelidade? Obviamente essa Tradição foi transmitida em tempos muito recuados por quem EFETIVAMENTE os conheceu e até viajou por eles. Trata-se de uma parte importante da História oculta e também da Gênese de uma certa humanidade. E por falar nisso, qual seria mesmo o mundo que esse espantoso texto denomina ADAMAH? Se você leu tudo com bastante atenção, temos certeza que não será muito difícil obter a resposta!






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