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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Zeta Reticuli 1 e 2 – O Sistema Solar do planeta SERPO e o Intercâmbio secreto do governo dos EUA com alienígenas do sistema solar de Zeta Reticuli



ZETA RETICULI 1 e 2 – O Mapa Estelar desse Sistema Solar Binario onde esta localizado o planeta SERPO, 


da civilização EBEN O Mapa Estelar de Betty Hill é um dos detalhes mais famosos e conhecidos a respeito deste caso clássico de abdução de seres humanos por extraterrestres da Ufologia Mundial. Entretanto, poucos sabem como ele chegou até nós e porque sua existência é tão importante.


Por Robert M. Collins and William Moore, This report was originally published in “Focus” magazine edited by Bill Moore,1991 from UFOConspiracy Website.
… Em primeiro lugar, vamos relembrar como foi o momento em que o Líder extraterrestre mostrou o mapa estelar à Betty Hill, dentro da sua espaçonave para onde ela e seu marido foram levados, com a localização do seu Sistema Solar de origem Zeta Reticuli 1 e 2ainda no interior da espaçonave:

“E assim eu disse que… Eu perguntei de onde ele era. Eu sabia que ele não era da Terra e eu queria saber como ele chegou aqui? Ele me perguntou se eu sabia alguma coisa sobre o Universo e eu disse-lhe que não, que não sabia praticamente nada, mas quando eu estava na escola fomos ensinados de que o Sol era o centro do Universo e que existiam nove planetas. E depois, mais tarde, claro, nós fizemos avanços…”.(n.t.- O DOCE VENENO da IGNORÂNCIA…)


Após isso, o Líder deles atravessou a sala e puxou um mapa de uma abertura na parede e perguntou à Betty se ela já havia visto um mapa semelhante. Ela foi até o mapa e inclinou-se para observar melhor. Tratava-se um mapa alongado, com vários pontos, de tamanho variado, espalhados pela tela. Entre estes pontos haviam linhas retas e curvas unindo-os aqui e ali. Betty então perguntou onde estava seu lar. Em resposta o Líder perguntou à Betty onde estava o seu lar (a Terra), o dela, no mapa. Betty riu e disse que não sabia. O Líder respondeu de modo brusco:
Se você não sabe onde você está, então não há motivo para dizer de onde eu sou!.
Dito isso ele recolocou o mapa em sua posição original na parede. A abdução do casal Barney e Betty Hill se deu na noite de 19 de setembro de 1961, sendo que a investigação do caso começou já na manhã seguinte. As sessões de hipnose regressiva só tiveram início efetivo no começo do ano de 1964, ocasião em que as lembranças sobre o mapa estelar vieram à tona. Ao longo destes anos vários pesquisadores e cientistas atuantes se interessaram por aspectos específicos do caso.

As estrelas/sóis Zeta Reticuli 1 (acima no centro) e Zeta Reticuli 2 (Abaixo à direita), que seriam o local de origem dos extraterrestres que abduziram Barney e Betty Hill

Marjorie Fish, professora de uma escola elementar e astrônoma amadora, leu o livro A Viagem Interrompida, de John Fuller, que relatava o caso Barney e Betty Hill. De imediato ela ficou intrigada com o misterioso mapa estelar  holográfico, de 90 cm x 60 cm, descrito por Betty em 1964. Dois anos se passaram antes de ela finalmente encontrar uma fonte adequada para construir um modelo. Durante este tempo, tudo referente à astronomia, exobiologia e hipnose foi avidamente devorado pela dedicada pesquisadora. Vários métodos para construção de modelos foram testados.
Assumindo que das quinze estrelas presentes no mapa uma delas deveria ser o nosso Sol, e que todo o mapa deveria se encaixar em estrelas próximas, ela começou a desenvolver um modelo em agosto de 1968. Todo o processo foi realizado sem o auxílio de computador que não existia como hoje. Ela copiou à mão, coordenadas de aproximadamente mil estrelas próximas, esperando encontrar sucessivas vezes o padrão desenhado por Betty.
Acima: Desenho feito por Betty Hill sob indução hipnótica

Todas as estrelas se encontravam em um raio de 55 anos luz do nosso Sol. Várias estrelas foram excluídas do modelo por serem impróprias para o desenvolvimento da vida. Além disso, sistemas com estrelas duplas, ou triplas, não teriam condições (afirmação que se provou errada pois o sistema solar de Zeta Reticuli É BINÁRIO/DUPLO) favoráveis ao desenvolvimento (?????) de um meio ambiente favorável à vida, sendo também descartadas.
O estudo desenrolou-se nos anos seguintes, sem identificar positivamente um conjunto de estrelas que se adequasse ao mapa estelar de Betty Hill. Somente em 1972, com a publicação de uma atualização do Catalogo Estelar de Gliese é que um grupo de estrelas surgiu. Um único grupo de estrelas, que correspondia tanto no posicionamento das estrelas, quanto nas características e posição angular ao que Betty Hill havia desenhado.
A tabela abaixo lista as estrelas que compõem o mapa e alguns dados importantes:
N° de Identificação noCatálogo Gliese
Identificação convencionalDistância TerraTipo EspectralIdade estimada
1
136
Zeta Reticuli 139,53 Anos LuzG2V6 a 8 bilhões de anos
138
Zeta Reticuli 239,40 Anos LuzG1V6 a 8 bilhões de anos
2
17
Zeta Tucanae28,03 Anos LuzF9V10 bilhões de anos
3
231
Alpha Mensae33,10 Anos LuzG5V4 a 6 bilhões de anos
4O NOSSO SOL8 minutos luzG54 a 6 bilhões de anos
5
139
82 Eridanu, Eridani19,76 Anos LuzG8V10 bilhões de anos
6
71
Tau Ceti11,90 Anos LuzG8V4 a 6 bilhões de anos
7
68
107 Piscium24,36 Anos LuzK1V1 a 4 bilhões de anos
8
27
54 Piscium36,23 Anos LuzK0V4 a 6 bilhões de anos
9
67
HD 1030738 Anos LuzG21 a 4 bilhões de anos
10
86
HD 1344537 Anos LuzK010 bilhões de anos
11
111
Tau 1 Eridani45,58 Anos LuzF5/F6V4 a 6 bilhões de anos
12
59
HD 954053 Anos LuzG81 a 4 bilhões de anos
13
86.1
HD13435K210 bilhões de anos
14
95
HD14412G14 a 6 bilhões de anos
15
97
Kappa Fornacis42 Anos-LuzG14 a 6 bilhões de anos
Estas estrelas se encaixavam também no modelo tridimensional desenvolvido por Fish a partir de critérios favoráveis ao desenvolvimento de vida. Tudo isso respaldado por dados científicos atualizados que não estavam disponíveis na época em que o mapa foi desenhado por Betty Hill.
Com a conclusão do trabalho foi possível identificar as estrelas do mapa, bem como estabelecer as rotas, já previamente desenhadas por Betty Hill em seu mapa.
Acima: Desenho de Marjorie Fish, baseado em suas investigações do desenho estelar de Betty Hill, mostrando as posições relativas de Zeta Reticuli e o nosso próprio SOL (HÉLIUS)

Após a conclusão do estudo desse mapa estelar, vários astrônomos checaram o trabalho de Marjorie Fish e se supreenderam pela precisão do mesmo. O Dr. David Sauders, do Planetártio Adler, o Dr. George Mitchell, do departamento de astronomia da Universidade Estadual de Ohio, os cientistas J. A. Hynek e Terence Dickinson do Strassenbug Planetarium são apenas alguns dos nomes de astrônomos que comentaram muito positivamente o trabalho de Fish. Em dezembro de 1974, Terence Dickinson publicou um artigo intitulado “The Zeta Reticuli Incident”, na conceituada revista científica Astronomy.

Representação computadorizada do desenho de Betty Hill do sistema estelar e a foto dos dois sóis/estrelas Zeta Reticuli 1 e 2.
Nas semanas e meses que se seguiram o editor da revista recebeu inúmeras correpondências, sendo algumas delas com ataques severos, notadamente oriundos do astrônomo Carl Sagan e de Steven Soter. Devido à repercussão do artigo, foi publicado um livreto, de 32 páginas, colorido, com o artigo e os comentários recebidos.

Mapa final de Marjorie Fish, com a indicação das estrelas identificadas

Mais de 10 mil exemplares foram vendidos em um curto espaço de tempo. Todos aqueles que comentaram ou criticaram o caso tiveram seus nomes citados, incluindo Sagan, que ameaçou processar a revista, que ainda vendeu mais 8 mil exemplares depois disso.


ACIMA: Comparação entre o mapa de Betty, o de Fish e um mapa final modelado por computador.Todos os três são muito semelhantes.

O Projeto SERPO, um Programa de Intercâmbio secreto do governo dos EUA com alienígenas habitantes do sistema solar de Zeta Reticuli 1 e 2 – Postagem nº 23 B, liberada em 15 de dezembro de 2005.



A liberação gradual dos documentos confidenciais relativos a um programa de intercâmbio ultra-secreto de doze militares dos E.U.A. com alienígenas habitantes de SERPO, um planeta do sistema solar duplo de ZETA RETICULI I e II, entre os anos de 1965-1978.

”O Incidente do Portão 3″, a tentativa de fuga de um extraterrestre de suas instalações do nível “S” da famosa ÁREA 51, em Nevada.

Um relatório especial por Victor Martinez: Este e-mail foi originalmente recebido na terça – feira, do dia 04 de junho, ano de 2007, às 09:26 pm. O que eu tenho feito é reproduzir o fluxo original de informações, incluindo alterações posteriores e, em seguida, adicionando as seguintes novas subseções no FIM da postagem original.



Sistema solar binário de Zeta Reticuli 1 e 2 onde esta situado o planeta SERPO e a civilização EBEN.

NOTA do MODERADOR: A seção seguinte foi escrita por uma fonte confidencial de dentro da Agência de Inteligência da Defesa-DIA e é uma sessão atual membro de “O D.I.A. 6-.” Ele parece ter uma visão diferente sobre a causa histérica do comportamento aberrante, disfuncional, frenético do visitante alienígena.

ANONYMOUS retoma a sua informação sob as ESPÉCIES de Extraterrestres catalogadas e conhecidas pelo governo dos EUA.

O Extraterrestre “visitante” informações complementares:

VICTOR: Este extraterrestre “visitante” em particular estava sofrendo de um distúrbio mental [Mental / emocional] uma condição com necessidade de cuidados médicos. Considere o seguinte:

Esta criatura veio ao nosso planeta de outro sistema solar (Zeta Reticuli 1 e 2 ); 
Viajou cerca de 38 anos-luz [38,42]; 
Ficou preso em um complexo habitacional especial de contenção; 
Ficou chocado com a nossa civilização e a nossa cultura; 
Não foi mais autorizado a sair; 
Estava sob estrito controle de movimentos (preso com tiras de metal que chocaram a criatura quando ele tentou fugir ou quando não cumpria com as nossas instruções), e 
Não foi capaz de se comunicar conosco em nossa língua (inglês) – n.t. mas tinha capacidade de telepatia o que “nós humanos avançados” não possuimos ainda. 

Foi provavelmente desenvolvendo sintomas de TEPT [Síndrome de Estresse Pós-Traumático]. Que choque! Este é o mesmo tipo de choque sentido pela nossa equipe de 12 Militares que foi enviada ao Planeta SERPO em 1965 e que lá ficaram por treze anos. O alienígena após tratamento de suas feridas se recuperou dos seus ferimentos a bala disparados pelo agente AFOSI. Mas morreu mais tarde, cerca de um ano mais tarde.

A propósito, Bob Lazar fez um trabalho na Área 51. Ele também está ciente deste incidente do Portão 3 na ÁREA 51.

NOTA do moderador Victor Martinez:

Desde que o segundo fluxo de correspondência, o mais detalhado que enviei sobre “O Incidente do Portão 3″, Eu recebi cerca de 90 questionamentos sobre a origem das espécies alienígenas que figuram nesta segunda postagem; ANONYMOUS respondeu tarde da Terça-feira à noite, 12-6-07.


Área 51
As espécies extraterrestres catalogadas e as suas origens planetárias e de sistemas estelares/solares.

Victor: Quanto à sua pergunta sobre de onde alguns dos extraterrestres vêm, aqui esta a lista completa da origem das espécies alienígenas que o governo dos EUA CONHECE e os tem catalogados:

Ebens = Planeta SERPO em Zeta Reticuli 
Archquloids = Planeta PONTEL perto do braço da Constelação de Cygnus; 
Quadloids = Planeta OTTO em Zeta Reticuli (seres geneticamente produzidos e com aparência tipo “Louva-Deus” e outro tipo como criaturas lagarto geneticamente criadas pelos Ebens de SERPO); 
Heplaloids = Planeta DAMCO perto do braço da Constelação de Cygnus; 
Trantaloids = Planeta SILUS em Zeta Reticuli. 

Nota: Ambos os planetas DAMCO e PONTEL estão na Via Láctea, perto do Braço de Cygnus.

DAMCO existe em um sistema solar que contém 11 planetas e ele é o quarto planeta (4) a orbitar o sol; seu tamanho é um pouco maior do que a Terra. 
PONTEL esta em outro sistema solar com um sol semelhante em tamanho do nosso. PONTEL ocupa a quinta órbita planetária (5) desde o seu sol e é apenas um pouco menor que a nossa Terra. Mais para vir …. 

- Anonymus

DADOS astronômicos dos planetas de origem das civilizações alienígenas que mantém contato com o (secreto) governo dos EUA.:

1) O Braço de CYGNUS da Via Láctea. Estas Nebulosas do Braço de Cygnus, onde estão localizados os planetas DAMCO e PONTEL – estão ambos situados à cerca de 2.000 anos-luz de distância da Terra. Olhando em direção à constelação de Cygnus (o Cisne), veremos uma complexa e impressionante região de nebulosas espalhadas ao longo do plano da nossa galáxia Via Láctea.

A brilhante, quente e supergigante estrela/sol, DENEB, que é a principal estrela da Constelação de Cygnus, e os asterismos muito populares como a Nebulosa América do Norte, a Nebulosa da Borboleta (IC 1318 Butterfly), as nebulosas do Crescente e o Véu, e a Nebulosa (de emissão) Pelicano, todas também podem ser identificadas.


Circundada pelas nuvens interestelares e enormes campos lotados de estrelas, a escura Nebulosa do Saco de Carvão do NORTE também é visível, parte de uma série de obscuras nuvens de poeira estelar que formam a grande fenda na Via Láctea. Juntamente com o nosso Sol, tudo se encontra localizado dentro do braço espiral de ORION da nossa galáxia.

2) A Constelação de Câncer, Aglomerado de estrelas M-44: “A COLMEIA”. O Aglomerado estelar Beehive (COLMEIA) fica ~ 580 anos-luz de distância, e contém mais de 350 estrelas em um conjunto espalhado por apenas 10 anos-luz. M44 é um aglomerado aberto de estrelas de destaque. Apelidado de a “Manjedoura” e “A Colmeia”, que é um dos os aglomerados abertos de fraco brilho e pouco visível a olho nu.

M44 se pensava ser uma nebulosa até que Galileu usou um telescópio para resolver que era um brilhante aglomerado de estrelas azuis. As estrelas de M44, é maior e mais velhas do que a maioria dos outros aglomerados abertos. Quando visto com um poderoso telescópio, centenas de estrelas azuis se tornam visíveis.

3) Aglomerado estelar aberto M45: As famosas PLÊIADES, um aglomerado de estrelas que esta entre 380-400 anos-luz da Terra e contém mais de 3.000 estrelas/sóis. As nove estrelas (9) mais brilhantes são: Atlas, Pleione, Alcyone, Maia, Asterope, Taygeta, Celaeno, Mérope e Electra. Talvez o aglomerado de estrelas mais famoso do céu, as PLÊIADES podem ser vistas sem binóculos de até mesmo de dentro das profundezas da poluição luminosa das cidades.


Também conhecidas como as “Sete Irmãs” e Aglomerado Estelar M45, as Plêiades é um dos mais brilhantes e mais próximos aglomerados abertos (n.t. são conhecidas de todas as culturas antigas, desde a China, Japão -lá chamadas de Subaru – Índia, Pérsia, Babilônia, Caldéia e pelos Hebreus, constando inclusive em relatos de livros sagrados como os Upanishads e a Bíblia).

As Plêiades contém mais de 3.000 estrelas e tem em torno de apenas 10-13 anos-luz de diâmetro de tamanho. Quando vistas através de um bom telescópio, existem nebulosas de reflexão azuis que circundam a mais (e a maior) brilhante das (Alcyone) estrelas do aglomerado. De baixa massa, de brilho muito fraco, as estrelas anãs marrons também foram encontrados no Aglomerado das PLÊIADES.

4) Constelação de RETÍCULUM, estrelas duplas Zeta Reticuli I e II, são de magnitude 5, um sistema estelar duplo amarelo, Planetas SERPO, Otto e Silus estão 38,42 anos-luz de distância e pertencem a esse sistema solar. O planeta SERPO de sóis binários, Zeta Reticuli I e II. O PLANETA SERPO, do sistema estelar binário Zeta Reticuli I & II esta localizado na Constelação de Retículum e ABRIGA A CIVILIZAÇÃO EBEN!


– Zeta Reticuli I & II são duas (2) estrelas/sois de magnitude 5, brilho amarelo-laranja, são estrelas anãs da sequência principal de 5,2 e 5,5 de magnitude, não são azuis. Zeta Reticuli esta distante 38,42 anos luz ou 225.968.400.000.000 milhas de distância da Terra.

– Em segundo lugar, Zeta Reticuli 1 é de tamanho aproximado de 91% do diâmetro do nosso sol, e Zeta Reticuli 2 é aproximadamente de 99% do diâmetro do nosso sol.

– Em terceiro lugar, a distância entre as estrelas (Zeta I e II) é de 367 bilhões de milhas para Zeta Reticuli I e II, ou de cerca de 100 vezes a distância Sol-Plutão, ambas orbitam um centro comum de massa.

O sistema solar Zeta Reticuli I & II:



Os cerca de 400 bilhões de sóis/estrelas da Via Láctea … São apenas a nossa vizinhança galáctica repleta de vida senciente, independentemente do que o controle do governo pelo medo publica na mídia de massa absolutamente tendenciosa e controlada nos EUA (e no resto do planeta)… isso é ABSOLUTAMENTE INCRÍVEL!

http://members.nova.org/ ~ sol/chview/chv5.htm

CHOCANTE: Um novo livro citando documentos CLASSIFICADOS Top Secret com mais de 20 anos, ANONYMOUS DIVULGA 2 ESPÉCIES EXÓTICAS originárias de uma constelação particular e agora um novo livro e artigo de revista CONFIRMAM QUE EXISTE vida alienígena dentro da Constelação de CYGNUS … Uma leitura obrigatória!


Flashpoint: De um distante passado e de uma estrela distante vem uma revelação para mudar tudo o que sabemos sobre quem somos, de onde viemos e para onde vamos a partir daqui. A constelação de CYGNUS é a chave para desbloquear a antiga humanidade e a crença universal de que a vida se originou nos céus – e ter a vontade finalmente de voltar para lá, de onde viemos.

O autor Best-sellerAndrew Collins tem se encontrado com esta convicção desde longa data e emerge de uma astronomia que tem cerca de17 mil anos de idade, com monólitos de pedras em pé, templos e monumentos em todo o globo orientado para as estrelas da Constelação de Cygnus “.

Em todo o mundo, os povos antigos fixaram um local no céu – a fonte da vida cósmica e da morte – no mesmo segmento do céu, a Constelação de Cygnus o cisne, mas por quê? Desde o mais antigo templo do mundo a vanguarda da astrofísica, Andrew Collins saiu em busca de respostas sobre uma história e extraordinária busca para desvendar os primeiros crenças de nossos ancestrais mais distantes.

Os mistérios da Constelação de CYGNUS:

Revela que nossos antepassados sabiam o que a ciência está agora começando a nos dizer, de que a vida se originou entre as estrelas 
Mostra que Cygnus está na raiz de todas as religiões do mundo; 
Traça o DNA da vida da arte xamânica em cavernas paleolíticas 
Desde os fundamentos da Grande Pirâmide, das viagens psicodélicas na Amazônia peruana para a descoberta de Francis Crick da dupla hélice DNA; 
Aponta para as origens da astronomia, literatura, cosmologias antigas, mesmo viagens marítimas transoceânicas – tudo em um momento de mudança repentina para humanidade, recuando cerca de 17.000 anos atrás; 
Fornece evidências convincentes de que partículas subatômicas de alta energia encontradas nas paredes de cavernas antigas veio de uma estrela binária conhecida como Cygnus X-3 – Uma fonte de poderosos raios cósmicos que provavelmente tenha atingido a Terra e acelerou a evolução humana durante a última Idade do Gelo. 

UM BÔNUS em mais informações:

A edição de Julho / Agosto de 2007, nº 64 da Revista ATLANTIS RISING publicou um artigo de cinco páginas intitulado “Teria um escritor popular de Ciência encontrado a conexão entre a Evolução Humana & a Constelação de Cygnus? Pelo Dr. Greg Little, pp 32-33, 63-65.


Um excerto da matéria publicada na revista:

A razão do porque Cygnus era tão importante para os antigos é mais facilmente respondida por um fato mencionado anteriormente. A estrela mais brilhante da Constelação de Cygnus, a alpha é DENEB, que era a estrela polar (que marcava o polo norte celeste) há 17.000 anos atrás. Mas há um aspecto ainda mais intrigante para isso, pois Cygnus se localiza numa região crítica na Via Láctea conhecida como “A Grande Fenda” (The Great Rift). É exatamente neste ponto que a Via Láctea se divide em dois lados, com uma escura e obscura área dividindo-a.

Esta localização precisa da Via Láctea tem servido como um componente-chave na mitologia e antigos sistemas religiosos. A mais misteriosa, constante e importante crença religiosa universal percebida por todos os povos antigos em causa era a origem e o destino das almas humanas. A Via Láctea e The Great Rift é a localização específica na Via Láctea da origem e destino de antigas crenças sobre a alma do ser humano. – P. Coluna, 32 N º 3, n º 2 e n º 3.

A estrutura da galáxia Via Láctea: Uma breve descrição da nossa GALAXIA em ESPIRAL Via Láctea -Tipo SABbc – centrada na região de SAGITÁRIO:

A Via Láctea é a galáxia que é a casa do nosso Sistema Solar juntamente com pelo menos e no mínimo mais 200 bilhões de estrelas de outros sistemas solares/estelares (as estimativas mais recentes deram números em torno de 400 bilhões de sóis/estrelas) e seus planetas, e milhares de aglomerados e nebulosas, incluindo pelo menos quase todos os objetos do Catálogo de Messier que não são galáxias.


Todos os objetos da Via Láctea orbitam seu centro comum de massa, o GIGANTESCO SOL CENTRAL chamado “O Centro Galáctico.” Como uma galáxia, a Via Láctea é na verdade uma gigante, como a sua massa estimada seria de, provavelmente, entre 750 bilhões e um trilhão de massas solares, e o seu diâmetro é de cerca de 100.000 anos-luz. Investigações astronômicas da distribuição de nuvens de hidrogênio com sinais de rádio revelaram que a Via Láctea é uma galáxia espiral de Hubble tipo Sb ou Sc.

Portanto, a nossa galáxia tem tanto um componente de disco pronunciado exibindo uma estrutura em espiral e uma região nuclear proeminente que faz parte de um protuberância notável com componente de halo. Décadas de longas observações têm trazido mais e mais evidências de que a Via Láctea também pode ter uma estrutura barrada (de modo que seria do tipo SB ), de modo que ele pode ser parecido com M61 ou M83, e talvez seja mais classificada como SABbc. Investigações recentes têm trazido suporte para a suposição de que a Via Láctea pode até ter uma barra central pronunciado como as galáxias em espiral barradas, como as galáxias M58, M91, M95, ou M109, e, assim, ser classificada como de Hubble tipo SBb ou SBC.


As galáxias espirais como a Via Láctea e a nossa vizinha maior, a Galáxia de 
Andromeda, têm grandes protuberâncias centrais de estrelas em sua maioria mais antigas, bem como um fino disco em espiral relativamente jovem (cercado
por estrelas mais velhas e um disco de fina espessura que pode ter surgido devido às fusões com galáxias satélites) e um halo luminoso que inclui
numerosos aglomerados globulares.

O nosso sistema solar esta situado nas regiões exteriores da galáxia, bem dentro do disco e apenas cerca de 20 anos-luz “acima” do plano de simetria equatorial (para a direção do polo norte Galáctico), mas distante cerca de 28.000 anos-luz do centro galáctico. Portanto, a Via Láctea aparece como faixa luminosa que abrange todo o céu ao longo deste plano de simetria, o qual é também chamado de “equador galáctico”.

Seu centro encontra-se na direção da constelação de Sagitário, mas muito perto da fronteira de ambas as constelações de Escorpião e a sua vizinha Constelação de Ophiuchus. A distância de 28.000 anos-luz recentemente (1997) foi confirmada pelos dados astrométricos do satélite Hipparcos ESA (European Space Agency). O nosso sistema solar está situado dentro de um braço espiral mais pequeno da Galáxia Via Láctea, o chamado Braço Local ou Braço de ORION, que é meramente uma ligação entre os braços mais massivos, interior e exteriores próximos, o braço de Sagitário e o Braço de Perseu.


Muito bonita: Parte da Via Láctea como vista de Capitol Reef National Park perto de Moab, Utah!

Nosso Sol, juntamente com todo o Sistema Solar, está orbitando o centro galactico em uma órbita quase circular. Nós estamos nos movendo a cerca de 250 km / s, e precisamos de cerca de 220 milhões de anos para completar uma órbita (o nosso Sistema solar já teria orbitado o Centro Galáctico entre 20 a 21 vezes desde a sua formação de cerca de 4,6 bilhões de anos atrás).

Além da rotação do eixo Galáctico total, o sistema solar se move entre as estrelas vizinhas (movimento peculiar) a uma velocidade de cerca 20 km / s, para uma direção chamada de “Apex Solar”, na posição aproximada RA (Ascenção Direta) = 18:01, Dec (Declinação) = +26 (2000.0), o movimento foi descoberto por William Herschel em 1783.

Anos-luz como unidade de MEDIÇÃO … O que é exatamente?


Qual é a velocidade da luz? / O QUE É UM “ano-luz?”

A luz viaja a 186.170 milhas por segundo (299.792,458 quilômetros por segundo)


Acima: a luz do Sol demora aproximadamente 8 minutos para chegar à Terra.

Velocidade da luz em várias unidades 

metros por segundo (m/s) 

299 792 458(exactos) 

quilómetros por segundo (km/s) 

≈ 300 000 

quilómetros por hora (km/h) 

≈ 1.079 milhões 

milhas por segundo

≈ 186 000 

milhas por hora

≈ 671 milhões 

Unidades Astronómicas por dia 

≈ 173 

Unidades Naturais (ou unidades de Planck



Tempo aproximado para a luz percorrer: 

1 metro 

3,3 nanossegundos

1 quilômetro 

3,3 microssegundos

De uma órbita geoestacionária até à Terra 

0,12 segundos

O perímetro da Terra (Equador

0,13 segundos 

da Terra à Lua

1,3 segundos 

Do Sol à Terra 

8,3 minutos

Da estrela Alfa Centauro à Terra 

4,4 anos

Atravessar a Via-Láctea

100 000 anos 

Da Galáxia de Andrómeda à Terra 

2 500 000 anos 

Assim, em um (1) ano luz, ela percorre 5.871.057.120.000 milhas.

A Largura da nossa Galáxia Via Láctea é de aproximadamente = 90.000 anos luz e a sua altura de cerca de 3.000 anos luz.

Número estimado de estrelas na Via Láctea: ~ 400 bilhões;

Número estimado de galáxias em nosso universo: ~ 50 trilhões;

Número estimado de estrelas no nosso universo: ~ 5 bilhões de trilhões;

E um nanossegundo a distância que a luz pode viajar em um bilionésimo de um segundo = ~ 1 pé ou 12 polegadas [30 cm];

NO CENTRO DA Via Láctea encontra-se um “buraco negro”, que tem 17 Horas-luz de largura! Clique abaixo para ler:

http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap021018.html

NOTAS do moderador Victor Martinez:


Vida imitando a arte? Qualquer um que conheça este assunto ainda classificado como secreto do Incidente do Portão 3 certamente teve uma mudança de paradigma de conscientização sobre a presença de ETs na Terra, contra todos os anos de encobrimentos e negações do (des) governo dos EUA.

A parte triste é que o ET “Visitante”, estava na posição de um preso fugitivo- independente de seus motivos – em vez de como um embaixador livre de outro planeta e foi sumariamente devolvido à custódia dos agentes do USAF AFOSI como um mero prisioneiro. Como um breve aparte, o incidente da fuga e o disparo contra um visitante ET com uma arma foi brevemente descrito perto do final do episódio de TV “Arquivo X”, “EBE,” 1ª Temporada, Episódio 16, Data transmissão: 18/02/94. Foi o informante “Garganta Profunda” que disse ao agente Mulder com grande tristeza que ele,Garganta profunda, uma vez atirou e matou um ET de propósito. É por isso que ele (o personagem) Mulder ajudou muito, para expiar essa ação. Para discutir esta versão sobre o Fórum Open Minds, por favor, clique AQUI .


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