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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quinta-feira, 16 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 190 ARQUEOLOGIA INSÓLITA E EXTEMPORÂNEA



"Quando examinarmos, agora, a superfície da Terra, o seu subsolo, os fundos dos lagos, os mares, os rios, as plataformas continentais por baixo dos oceanos, e até mesmo os abismos - nós encontraremos cada vez mais evidências , não somente da habitação humana, mas também de culturas "não catalogadas", a respeito das quais nós conhecemos muito pouco, ou então nada; são culturas que desapareceram por motivos até agora desconhecidos. 
Com efeito, quando estudamos esses restos culturais do que nós presumimos que tenham sido povos primitivos, o mistério se aprofunda" (Charles Berlitz - Mistério de Mundos Esquecidos)




Não só as antigas culturas desconhecidas, como também a antiga presença de entidades alienígenas no nosso mundo, trata-se de algo que não pode ser negado, visto que as gritantes evidências quanto a isso estão espalhadas por todas as partes. E somente não enxergam essa realidade aqueles que se recusam a vê-las! Essa antiga obra de arte tibetana, por exemplo, refere-se a um período da religião pré-budista e nos mostraria um Contato de Terceiro Grau mantido há muitos séculos entre o tripulante de um UFO e alguns sábios daquele país (grifos nossos): - "Um ovo criado pelos processos mágicos dos deuses, caiu sob o peso da sua GRAVIDADE INTRÍNSECA do seio divino do céu vazio. A casca era como uma couraça brilhante, o branco servia aos heróis de substância para a sua força. O interior da casca era a cidadela dos que viviam dentro. E mesmo do centro do ovo surgiu um homem senhor das energias mágicas". Simplesmente notável, não é mesmo? Como o antigo cronista conhecia os conceitos da Lei da Gravidade naqueles remotos tempos? E não é mesmo verdade que os UFOS possuem UMA GRAVIDADE INTRÍNSECA - isto é, independente e específica? Mas essa é apenas uma peça arqueológica figurativa e a sua imagem sugere um fato evidentemente histórico. Mas, em contrapartida, para além daquilo que é figurativo existem também as mais diversas provas físicas:


A foto acima tem origem e data ignoradas, e, ao que parece, se trata de um sacerdote carregando o corpo de um alienígena humanóide do tipo gray. Teria sido uma simples fraude, ou então montagem? Mas se assim o foi, terá sido mesmo uma "fraude", ou uma "montagem", muito bem feita. É, de fato, muito estranho, mas não deixa de ser uma curiosa imagem, vinda sabe-se lá de onde, e por sinal muito interessante - a qual a priori não poderia ser descartada......


...... Principalmente quando se sabe que o encontro de cadáveres dessa espécie, humanóide, um tipo de criatura que por sinal nos ronda desde muito tempo, não se trata de algo muito incomum. Acima, você vê apenas um dos INÚMEROS cadáveres alienígenas mumificados, encontrados no ano de 1938 por uma equipe de arqueólogos chineses! Como sempre acontece, abafaram o caso e deram o devido sumiço a eles. Nada que possa surpreender, haja vista que os inusitados encontros de coisas como essas não são meros casos isolados. A Arqueologia, sabe-se, está repleta de casos estranhos, porém nunca divulgados. Casos que beiram o bizarro.....


.....Assim como também, em um sítio arqueológico datado de milhões de anos, arqueólogos encontraram os restos dessa bizarra criatura. A princípio, pensava-se que fosse um animal desconhecido, porém exames mais acurados permitiram concluir que se tratava de UMA CRIATURA BÍPEDE, possivelmente inteligente! Talvez se trata de um dos famosos Chupacabras, que até hoje infernizam o nosso mundo - criaturas predadoras extremamente perigosas e sanguinárias, as quais dizimam nossos rebanhos e também, de vez em quando, os seres humanos! Se isso jamais existiu na Terra, teria vindo DE ONDE?


Em escavações realizadas em um sítio arqueológico datado de 17 MIL ANOS e situado em Serra Leoa, foram encontradas profundamente enterradas essas estranhas estatuetas. Não só pelo seu caráter bizarro, o que mais surpreende é a antigüidade do achado. São obras de arte tão esmeradas e além disso produzidas por uma desconhecida civilização, a qual existiu quando - teoricamente e de acordo com a Ciência oficial - somente criaturas bárbaras e grotescas (os chamados "homens pré-históricos") tentavam sobreviver na face da Terra!


Então, temos que forçosa e honestamente admitir que há mesmo algo de muito errado com tudo aquilo que nos ensinam. Esse curioso artefato, por exemplo, foi encontrado na Colômbia e é oficialmente aceito como sendo um "objeto de culto pré-colombiano". Contudo, o metal com o qual foi confeccionado é desconhecido e os cientistas mais lúcidos que o examinaram concluíram que se trata de uma ferramenta altamente sofisticada, cuja finalidade ainda é inteiramente desconhecida! Na nossa opinião, lembraria uma estranha chave dupla de segurança..... Mas para acionar exatamente o QUÊ?


E também na Colômbia foi encontrado esse disco de pedra, contendo misterioso sinais e desconhecidas inscrições. Lembremos que, apenas teoricamente, as civilizações pré-colombianas não conheciam a roda. Pode até ser, mas que circulavam e eram adoradas por lá coisas misteriosas como essas - que aliás, jamais foram "rodas" de tração propriamente ditas - não se pode negar. E tal como os discos de Bayan-Kala-Ura, essas coisas muito antigas parecem ser energeticamente carregadas!


Aliás, um disco semelhante, cuja idade é desconhecida e contendo estranhas ranhuras, foi encontrado em Misiones, Argentina, nas ruínas de San Ignacio Miní - aqui visto, quando exibido pelo pesquisador Raúl Avellaneda. Esse estranho artefato é possuidor de um inusitado e além de tudo inexplicável magnetismo, o qual chega a alterar o funcionamento dos relógios que dele se aproximam! Por durante muito tempo, os Padres Jesuítas, desprezando o seu imenso valor arqueológico, se serviram dele para..... Moer grãos. (FOTO: Losenigmas.com.ar)


E por falar nisso, e também para provar que esses discos não são desprovidos de altos conhecimentos científicos, aqui vemos um disco contendo o Calendário Maia. E não é mesmo muito surpreendente que esses antiqüíssimo calendário estipule o nosso ano com uma precisão tão absoluta que somente muitos séculos depois a NOSSA Ciência a redescobriu? Ele, através de cálculos impossíveis de serem obtidos na época, define o nosso ano em 365,2420 dias, ao passo que a verdadeira medida é 365,2422 dias - uma diferença desprezível e que, logicamente, poderia ter sido alterada com o passar do tempo! QUEM teria, então, transmitido esse avançado conhecimento a eles?


E aqui, o atônito geólogo norte-americano Mike Walters exibe um estranho objeto elaborado em metal desconhecido, encontrado por ele no interior de um geodo - uma peça mineral que na maioria das vezes demanda milhões de anos para ser formada! Walters estava acostumado a encontrar nos interiores dos geodos alguns cristais e outros raros tipos de minerais, naturalmente envolvidos durante o processo de formação deles, porém, segundo afirmou, NUNCA UMA PEÇA DE METAL POLIDO E AINDA POR CIMA MANUFATURADA! Um disco especial que costumava usar para abrir geodos foi incapaz de penetrar no receptáculo do estranho objeto, sendo necessária a utilização de ácido sulfúrico para permitir a liberação do inusitado artefato - evidentemente de origem não-terrestre e originário de uma perdida época pré-histórica. Walters pretende levá--lo para um detalhado exame de Raios-X de modo a tentar identificar a sua constituição e a sua finalidade! (FOTO: Mike Walters)


Aqui, o misterioso objeto que esteve aprisionado por durante milhões de anos no interior do geodo, é visto em um detalhe ampliado. Aparentemente, lembra (e em muito) um instrumento cirúrgico - só que inexistente na época em que não se faziam cirurgias!


E esse outro desconhecido artefato é tido como encontrado em meio às selvas da Floresta Amazônica Brasileira. Sua idade foi avaliada em 5 MIL ANOS! Foi todo moldado em uma rígida peça de granito e aparenta ter sido destinado a um encaixe qualquer, possivelmente para fins de tentativa de substituição do componente de uma máquina desconhecida. Da mesma forma, SOMENTE uma máquina de alta precisão poderia tê-lo moldado!


O Professor John W. Macvey, autor do livro "Whispers from Space" ("Sussurros do Espaço"), foi o autor de uma notável descoberta: um milenar espelho de cobre em exposição no Museu do Cairo, datado da III Dinastia Egípcia, subitamente irradiava para uma parede do museu um espectro muito fino de luz. Foi constatado que esse espelho estava coberto por uma rede de difração inusitadamente apertada, cerca de 5 mil linhas por centímetro! E QUE SOMENTE UMA MÁQUINA poderia ter traçado tal rede de difração! E mais ainda: quem fez isso conhecia plenamente a natureza ondulatória da luz! Para o Professor Macvey, essa máquina extemporânea somente poderia ter sido um objeto trazido de um outro planeta..... Ou então, de uma OUTRA ÉPOCA TEMPORAL!


Em Lausseil, esse curioso painel em pedra foi encontrado em uma escavação arqueológica. A idade do tal sítio é de 25 MIL ANOS ANTES DE CRISTO! E mais uma vez, além do inusitado caráter da personagem retratada, esbarramos com outra obra de arte efetuada por "trogloditas" altamente sofisticados e inteligentes.


Em Utah, EUA, também foram encontradas inúmeras placas em cobre repletas de inscrições inteiramente desconhecidas. Sua idade se perde na noite dos tempos e não se sabe qual civilização as elaborou.


E em um sítio arqueológico pré-histórico nos EUA, o pesquisador norte-americano Brad Steiger encontrou a marca dessa reduzida pegada, claramente mostrando as ranhuras de um calçado! E, ao que se saiba, na distante pré-história não existiam botas! Evidentemente, trata-se de uma marca deixada por um visitante alienígena! (FOTO: Brad Steiger)


O mar também esconde segredos. Nas cavernas de Loltún, América Central, existem enormes estátuas - obras de uma desconhecida civilização do passado remoto. Essas cavernas estiveram submersas por durante milênios sem conta, tendo o oceano assim corroído toda a magnificência desses antigos e portentosos monumentos. Na foto, vemos a comparação entre o tamanho de um homem e a impressionante estátua de um enorme animal que lembra o jaguar. (FOTO: Dr. J. Manson Valentine)

"Quando refletirmos sobre aquilo em que se assenta a teoria dos Antigos Astronautas, um grande número de conclusões inevitáveis se nos impõe. Por exemplo, ela pressupõe que o Universo é povoado, pelo menos, por mais de uma civilização galáctica, o que equivale a dizer que nós, a humanidade, não somos os únicos seres inteligentes no Universo. Deve sublinhar-se que, presentemente, este aspecto já não é discutido entre os Astronautas. Os cálculos astronômicos levam à conclusão inevitável de que não podemos estar sozinhos no Universo"
(Dr. Luis E. Navia - Professor de Filosofia do New York Institute of Technology)


E não é apenas e somente na nossa Terra que podemos encontrar os vestígios de uma Arqueologia insólita e além de tudo extemporânea! A chamada Arqueologia Espacial, ou Astro-arqueologia, nos promete intensas surpresas, uma vez que muitos dos corpos celestes presentes no nosso próprio Sistema Solar estão repletos delas! Na foto, vemos DOMOS, isto é, estruturas circulares claramente artificiais e completamente distoantes da paisagem circundante, que estão presentes na Lua.


Eis aqui um deles, claramente discernível em uma outra foto.....


.... E muito mais ainda nessa nossa ampliação de detalhe! Note-se que parece haver símbolos gravados na sua estrutura circular, como também no topo!


E nessa outra foto, vemos um estranho artefato, aparentemente metálico, fotografado no solo de Marte - precisamente na Cratera Gusev - pelo módulo de prospecção Spirit, da NASA.


Mas não é só isso: as ruínas de antigas cidades, além de velhas e enigmáticas estruturas, continuam sendo fotografadas em Marte!.....


...... Uma outra foto, em cores e tomada nessa mesma região em maior aproximação, comprova a existência dessas estranhas estruturas. O que mais impressiona na desolação de Marte, contudo, são as ruínas de antigas cidades.....


....... O que, por sinal, se trata de algo muito gritante e evidente em demasia para ser negado. Essas ruínas se espalham por quase toda a superfície de Marte, provando assim que em tempos muito remotos, quer queiram ou não os negadores e os prestidigitadores da verdade, esse planeta foi mesmo habitado por uma avançada civilização.


E também aqui, logo abaixo e também ao lado de uma curiosa face, podemos ver as ruínas dessas outrora portentosas cidades marcianas! Lembremos que SE uma catástrofe qualquer eventualmente destruir a Terra, ASSIM ficariam as paisagens das nossas cidades!


E não precisamos ir muito longe para provar isso! Na foto acima, você vê o que restou da cidade de Frankfurt, Alemanha, depois de um bombardeio das forças aliadas em 1945. E essa é uma foto AÉREA, tomada a uma altitude por sinal muito mais baixa do que os módulos que fotografam as ruínas de Marte! Muito semelhante, não?


E aqui uma foto tomada por satélite das misteriosas ruínas de Niya, China. Quase não se distingue nada. Muito mais semelhante ainda com aquilo que vemos em Marte!


A existência de ruínas de antigas cidades em Marte é algo que, aliás, já se suspeitava desde o distante ano de 1989, quando a sonda Phobos-2 fotografou essa inegável evidência. Nessas imagens (negativo à direita), podemos inclusive constatar a existência das ruínas de altas estruturas que lembram torres! Isso significa dizer que desde aquele distante ano essa verdade é sobejamente conhecida, porém como tantas outras coisas, ocultada da humanidade.


Cydonia By Night! E que tal darmos uma olhada agora em uma foto recentemente tomada sobre Marte, bem na misteriosa região de Cydonia, onde, por sinal, existe o colossal e muito famoso rosto de pedra fitando o espaço sideral? Dá para notar coisas bem estranhas, não? Vamos então aproximar os curiosos detalhes......


....... Para vermos algo que, sem dúvida alguma, merece mesmo uma dupla ampliação!!!


Como também, em uma região bem acima daquele monumento, iremos encontrar mais outras intrigantes surpresas: aparentemente uma pirâmide, bem na extremidade esquerda, e uma outra bizarra face fitando o espaço! Não; não mesmo! Tudo isso jamais poderia se tratar de mera coincidência, ou ainda de fenômenos naturais!


E também a sonda Cassini revelou intrigantes surpresas no espaço sideral. Lapetus, uma das luas de Saturno, deixou os cientistas verdadeiramente atônitos, uma vez que existe a suspeita de que ela possa ser uma satélite de natureza artificial lá colocado por uma antiga raça espacial, ou até mesmo uma NAVE alienígena abandonada na órbita daquele planeta! E não somos nós que dizemos isso; são os próprios cientistas! Além disso, uma gigantesca estrutura artificial, semelhante a uma longa muralha, foi detectada na sua superfície! (foto)


Essa gigantesca muralha apresenta uma característica notável, e além de tudo INEXISTENTE EM QUALQUER OUTRO CORPO CELESTE NATURAL: ela simplesmente divide com precisão o equador de Lapetus em duas semi-esferas (bem visível na foto acima) - a grosso modo, tal como se monta um ovo de páscoa! Sua extensão é de mais de 1300 quilômetros e a sua altura é de nada menos que 20 QUILÔMETROS!


E bem na extremidade do Hemisfério Sul de Lapetus, a sonda Cassini fotografou essa curiosa estrutura que lembra uma gigantesca torre. Algo nitidamente ARTIFICIAL!


Como também fotografou em maior aproximação certas paisagens que parecem conter as ruínas de outras estranhas estruturas. E se Lapetus teria sido, de fato, uma nave espacial esférica, ou, melhor dizendo, esferóide, certamente deve ter sido carbonizada devido a algum acidente muito grave. As marcas de derretimento são bastante nítidas.


E em alguns pontos da misteriosa Lapetus, também parecem existir as mesmas e tradicionais marcas de uma antiga civilização cósmica: monumentos que são rostos fitando o espaço sideral! Na extremidade direita do mesmo Hemisfério Sul parece haver alguns deles (foto).


Fantástico em demasia? Mera abstração? De maneira alguma! Submetido a ondas de rastreamento por radar, Lapetus mostrou ter ESSA estrutura interna! E se realmente se trata de uma fantástica nave espacial abandonada, não devemos duvidar, uma vez que não podemos fazer comparações com aquilo tão rudimentar que temos atualmente e tampouco com uma tecnologia talvez milhões de anos à nossa própria frente! Então, diante de tudo isso, poderíamos em sã consciência negar a existência de outros seres inteligentes na vastidão estrelada desse incomensurável Universo que nos cerca?







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