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A Frequência Fotônica Pleiadiana e a Nova Era do Fóton


quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que Sabemos não é tudo que Existe - Parte 202 OS ENTREABERTOS PORTAIS DA ATLÂNTIDA




"Na medida em que as investigações submarinas prosseguem, na área de Bimini, novos achados estão sendo constantemente revelados; por vezes, tais achados se perdem de novo, devido ao movimento das areias do fundo do mar, antes mesmo que as pesquisas possam der devidamente efetuadas.... 
Outras muralhas têm sido avistadas, bem no fundo das águas. Raízes de mangue, fossilizadas, retiradas da muralha de mais de 100 metros de comprimento, deram, na datagem pelo carbono-14, a indicação de 6.000 a 12.000 mil anos" (Charles Berlitz - Mistério de Mundos Esquecidos)



Que no fundo do mar, precisamente na região onde se situa o assim chamado Triângulo das Bermudas, existem as inegáveis ruínas de uma perdida civilização, já não há mais qualquer dúvida. A princípio rejeitada pelos céticos como sendo meras formações naturais do relevo oceânico, as evidências cada vez maiores sugerem que essas ruínas se referem ao trabalho de uma cultura muito antiga e evoluída, a qual há muitos milhares de anos atrás esteve estabelecida na superfície, em terras que foram engolfadas por uma violenta catástrofe marítima que a tudo destruiu, causando assim a sua inevitável submersão.


A famosa Muralha de Bimini é um exemplo típico. Enormes blocos de pedras, pesando centenas de toneladas, foram cuidadosamente dispostas, em um alinhamento muito simétrico e por uma vasta extensão, tudo sugerindo, de fato, ter se tratado de antigas muralhas - justamente onde, segundo a Antiga Tradição, estaria situada uma parte da perdida Atlântida, o misterioso continente que assolado por uma tragédia sem precedentes foi tragado pela fúria do oceano há cerca de 12 mil anos!


E por vezes, quando existe uma rara calmaria no oceano, as límpidas porém profundas águas dessa região permitem vislumbrar os restos de antigas ruínas submersas - certas coisas bem estranhas, como é o caso dessa recente foto.


A ampliação do detalhe, bem como o seu correspondente negativo, permitem melhor observar aquilo que seriam as ruínas de uma antiga edificação circular. Seriam meras formações da Natureza, assim como alguns setores acreditam?.....


De maneira alguma! Veja ISTO: recentemente nessa área em que se convencionou chamar de Triângulo das Bermudas, essa fotografia aérea mostrou aos pesquisadores algo verdadeiramente surpreendente: uma colossal estrutura, obviamente artificial, que tem o nítido formato de um peixe! (FOTO: A.R.E. Expedition)


Essa outra foto, por sua vez tomada mediante tecnologia infravermelha, não deixa margens a quaisquer dúvidas: É MESMO UMA FORMAÇÃO ARTIFICIAL. Jamais a Natureza poderia ter feito isso! (FOTO: Raymond Leighs)


E aqui, uma outra tomada nos revela este outro ângulo do intrigante mistério. E, tal como afirma a Antiga Tradição, tudo isso evidentemente um dia fez parte de uma vasta porção de terras que submergiu. Portanto, cada vez mais os céticos perdem terreno, uma vez que modernamente estamos diante do exemplo de uma tragédia bem semelhante que não está muito longe de ocorrer: (FOTO: Ananda)


Estamos nos referindo à grave ameaça que paira sobre o território norte-americano, representada pelo colapso que poderá ocorrer a qualquer momento envolvendo a plataforma norte-americana e que poderá, violentamente e de um só golpe, submergir a Califórnia, São Francisco, Los Angeles..... E junto com esses Estados quase toda a região sudoeste dos EUA!


A chamada "Falha de San Andreas", assim como o nome bem o diz, é um enorme ruptura da placa tectônica em franca progressão que está situada exatamente sob essa região e que até mesmo já se faz visível (foto)! Segundo os cientistas, a qualquer momento (e isso em um prazo máximo de 30 anos) acarretará aquilo que eles chamam de "The Big One" ("O Maior de Todos") - o maior e o mais terrível terremoto de todos os tempos (acompanhado, é claro, de tsunamis), capaz fragmentar e de submergir quase toda a costa oeste dos EUA, matando milhões de pessoas e destruindo tudo! Tragédias como essas certamente já ocorreram muitas e muitas vezes durante a evolução planetária, inevitavelmente destruindo inúmeras civilizações e as mais diversas culturas, as quais nem sequer sonhamos que possam ter existido.


As insistentes lendas, bem como as mais antigas tradições - espalhadas por toda a face da terra e por todas as antigas culturas conhecidas - não passam da uma memória ancestral de um grande cataclismo, possivelmente desse mesmo tipo, que inapelavelmente varreu para o fundo do oceano uma vasta porção de terras habitadas. E com ela, certamente, inúmeras civilizações! Porém, essas mesmas tradições revelam que a Atlântida, por exemplo, possuía as suas colônias afastadas e situadas em diversos outros pontos do planeta. Há, também, relatos a respeito de sobreviventes dessa colossal catástrofe que a destruiu, estes forçosamente retornado a um estágio primitivo de sobrevivência que nem de longe espelhou a sua antiga pujança e a sua formidável tecnologia. Certas intrigantes ruínas espalhadas pelo mundo todo inegavelmente denotam que uma raça muito antiga as elaborou mediante recursos tecnológicos teoricamente impossíveis no sentido de serem obtidos na antigüidade conhecida. No território dos EUA, por exemplo, todos concordam que uma certa raça batizada como Anasazi, vinda sabe-se lá de onde, ali se estabelecera em tempos muito recuados esquecidos.


A imponência dessas vastas ruínas nos prova que essa desconhecida cultura era detentora de uma fantástica tecnologia - notável, muito principalmente, pela inexplicável desenvoltura com que extraía enormes blocos rochosos, elevava-os a grandes altitudes e também esmeradamente os trabalhava.


Além do mais, a simetria, a beleza arquitetônica das ruínas ditas Anasazis, não encontram a menor explicação dentro da lógica com que trabalha a Arqueologia tradicional.


Inobstante essa gritante constatação, muito comodamente certos setores atribuem essas espantosas ruínas aos povos indígenas que muito mais tarde se estabeleceram nas suas proximidades ou mesmo delas se utilizaram como moradias. Na verdade, sendo muito mais antigas, os ancestrais desses índios já as encontraram nos sítios em que se situam quando pela primeira vez lá chegaram.


Segundo o filósofo grego Platão, a Atlântida era um continente dotado de portentosas edificações, grandes canais, muralhas e enormes templos - habitada por uma raça muito evoluída que além de tudo se utilizava de metais desconhecidos. Havia palácios, torres e grandes cais. Seus relatos descrevem a configuração das edificações da sua metrópole conforme mostrado na ilustração acima. Repare agora a semelhança com as fotos das ruínas ditas Anasazi que mostramos mais acima. Que semelhança de estilo!


E além disso, seria trágico se não fosse cômico imaginar índios Navajos usando máquinas para cortar e trabalhar blocos rochosos pesando várias toneladas e até mesmo realizando verdadeiros prodígios de engenharia, tais como escavar profundos túneis na árida paisagem desses sítios arqueológicos atribuídos aos tais Anasazi. Note como esse túnel é nitidamente artificial.


Além disso, a tal cultura Anasazi (se é que o nome verdadeiro era mesmo esse) construía e habitava edificações VERTICAIS - guardadas as devidas proporções, tais como os nossos modernos edifícios! E sempre profundamente protegidas pelas rochas e postadas a grandes altitudes. Por sinal, ninguém sabe como esses blocos rochosos foram parar lá em cima nesses quase que inteiramente inacessíveis lugares. Portanto, de maneira alguma isso poderia ter sido obra dos primitivos povos indígenas norte-americanos, e muito menos ainda do seus remotos ancestrais, os quais nem mesmo sonhavam em possuir rudimentares ferramentas capazes sequer de emular uma pálida idéia de tais estonteantes prodígios.

"A Terra é uma velha senhora misteriosa, e o homem conhece muito mal a sua história íntima. No último século, Kelvin, baseando-se na energia fornecida pelo Sol e pela avaliação do resfriamento terrestre, assinalou-lhe 27 milhões de anos. Cinqüenta anos mais tarde, outros, considerando a salinidade dos oceanos e o tempo necessário para extrair da crosta terrestre todo esse sal, avançaram a cifra de 300 milhões de anos.... Em 1941 o método de pesquisa isotópico de Holmès, deu-lhe dois bilhões e 300 milhões de anos. Em 1952 atingiu-se a estimativa de 4 bilhões de anos, e agora, todos os sábios estão quase de acordo em colocar, na carteira de identidade do globo, a idade respeitável de 5 bilhões e 600 milhões de anos. Durante um período de tempo assim longo, muitos dramas e tragédias se desenrolaram na grandiosa cena do mundo. O homem é um recém-chegado no planalto de evolução e ignora totalmente quais podiam ter sido os primeiros habitantes do seu domínio. Raças exteriores ao planeta poderiam tê-lo colonizado e nele implantando as primeiras humanidades. Durante os 5 bilhões e 600 milhões de anos que se escoaram, a forma dos continentes se transformou e o clima da Terra deve ter mudado milhares de vezes. Grandes cataclismos apagaram civilizações das quais ninguém sabe mais nada...."
(Guy Tarade - As Portas da Atlântida)


Concordamos inteiramente, em gênero, número e grau, com as lúcidas palavras acima, escritas pelo nosso brilhante confrade Guy Tarade. E mais principalmente ainda, quando ele escreveu que "O continente submerso da Atlântida seria a última ponte ligando a humanidade decaída a seus Ancestrais Superiores". Sim, porque depois da submersão da Atlântida a humanidade, de fato, decaiu fragorosamente. É o mesmo que, se hoje em dia, uma catástrofe natural qualquer (ou uma guerra nuclear, por exemplo) destruíssem toda a nossa civilização, submergindo cidades e continentes inteiros. Os poucos sobreviventes deveriam tentar se reerguer das cinzas e dos escombros, procurando os lugares mais afastados para recomeçar a tragicamente interrompida trajetória da civilização. Não é exatamente ISSO o que parece se ver nas ruínas da desconhecida cultura que se convencionou chamar de Anasazi?


O que aconteceu com a Atlântida não está muito longe de ter se tratado de uma conflagração nuclear, uma guerra entre aquele continente e o da Lemúria, por exemplo, a qual teria causado a inevitável destruição de ambos. Note-se nas intrigantes ruínas dos Anasazi que havia uma forte preocupação daquele povo no sentido de buscar a proteção das rochas e das grandes altitudes. E não é mesmo a proteção das rochas o mais seguro refúgio contra as radiações nucleares? Faz sentido! Os Anasazi escavavam montanhas inteiras para proteger as suas edificações! E não deixe de notar, bem no canto superior esquerdo dessa imagem, um estranho rosto de pedra, bem ao estilo "esfinge", e até mesmo usando uma espécie de capacete!


Aqui, outras ruínas Anasazi compostas por uma alta torre e algumas pequenas formações piramidais.


E nessa outra impressionante imagem, podemos ver toda a pujança das edificações realizadas por aquela perdida cultura: uma verdadeira cidade! E ainda têm a coragem e a desfaçatez de afirmar que "índios" foram os responsáveis por tudo isso!


E ainda, sempre sob a proteção de nichos escavados nas altas montanhas, o tempo afetou, porém ainda não conseguiu apagar, inusitados painéis de esculturas rochosas retratando estranhos seres!


Convém lembrar que o nome ANASAZI vem do idioma ancestral dos índios Navajos e literalmente significa "Povo antigo que não é o nosso", e ainda:"Inimigos Ancestrais". Suas ruínas se espalham por vários estados norte-americanos, notadamente Utah, Colorado, Novo México e Arizona. E foram exatamente os ancestrais desses índios que reverentemente estamparam nas rochas as mais estranhas imagens relativas a esse misterioso povo!


Assim como, por exemplo, essa outra......


E também essa, cujo muito expressivo negativo está à sua direita para melhor visualização.


Aqui, mais uma insólita pintura rupestre relativa ao estranho povo Anasazi.


Será, porém, no Arizona, mais precisamente no Grand Canyon, que iremos encontrar algo mais surpreendente dessa perdida cultura. Há colossais monumentos pétreos, literalmente esculpidos nas mais altas montanhas, alguns deles sob a forma piramidal - pirâmides: a marca, por assim dizer, "registrada" da submersa Atlântida!


Eis um outro exemplo típico! Repare bem no topo dessa alta montanha do Canyon.


E nessa outra magistral fotografia, podemos ver como essa espantosa cultura atingia as maiores altitudes no Grand Canyon, escavando profundamente a rocha! Só pode mesmo ser piada querer atribuir isso aos primitivos índios norte-americanos! E nunca devemos esquecer da descoberta no século passado de uma colossal rede de túneis e galerias radiais no interior dessas montanhas, interditadas justamente pelo fato de contrariar a Arqueologia e a História tradicionais. Lá dentro existiam múmias, painéis hieroglíficos e imagens de estranhas divindades proto-egípcias! (FOTO: © Willie Holdman)


E aqui, uma outra bizarra curiosidade existente nas proximidades do Grand Canyon. Tudo indica se tratar dos restos de uma espécie de esfinge. Note-se o seu rosto, à esquerda.


E também no Estado do Texas, existe uma antiqüíssima e além de tudo enorme muralha artificial, erguida pela superposição de enormes blocos rochosos. Algo que somente poderia ter sido feito mediante o uso de máquinas! Há nela, porém, algo ainda mais surpreendente do que isso:


Todo o interior dessa gigantesca estrutura (também obra de um desconhecida civilização e possivelmente os mesmo Anasazi) É PERCORRIDO POR UMA ESPÉCIE DE TUBULAÇÃO COM ANÉIS METÁLICOS DE NATUREZA DESCONHECIDA. Na foto, a picareta do arqueólogo está posicionada logo abaixo do corte efetuado em um delas!!!


Porém, não somente as estranhas edificações, como também estranhos e desconhecidos relevos, acham-se estampados nas rochas norte-americanas. Não se comparam às pinturas do índios e denotam um refinamento artístico sem precedentes, provando assim que foram elaborados por um povo muito evoluído.


Já no Estado norte-americano de Ohio, no interior de um invólucro rochoso selado, foi encontrado esse misterioso artefato contendo desconhecidas inscrições.


Não há mesmo o que negar! Uma misteriosa raça veio "de fora" em tempos muito recuados e se estabeleceu na América do Norte. As torres e as edificações circulares das suas intrigantes ruínas têm um estilo muito peculiar, um estilo que, guardadas as devidas proporções, de pronto nos remete às lendas e às Tradições que dizem exatamente o mesmo sobre as outrora portentosas edificações da perdida Atlântida!


Contudo, a América do Norte não detém a primazia no sentido de ostentar desconhecidas ruínas no seu território. Por todo o planeta, os vestígios da passagem de uma cultura esquecida (porém muito evoluída) se fazem presentes. No proibido território do Tibete, agora sob ocupação chinesa, montanhas inteiras foram artificialmente esculpidas sob a forma de pirâmides!


E também na América do Sul as marcas de uma muito antiga e desconhecida colonização se espalham por todos os lados. Pedra Furada, em Urubici, Estado de Santa Catarina, Brasil. A pedra tem este nome justamente porque qualquer um pode constatar que isso jamais poderia ter se tratado de mero trabalho da erosão. E muito principalmente, por aquilo que você poder ver bem no seu topo. (FOTO: © Ismar dos Santos)


É isso mesmo: mais um inusitado rosto de pedra......


....Aqui mostrado em negativo para sua melhor visualização! Note-se o toucado que usa. Que prodigiosa civilização teria sido mesmo essa, capaz de trabalhar rochas e montanhas inteiras - em todo o planeta e evidentemente através de uma tecnologia teoricamente inexistente em toda a antigüidade? Pois é, certas coisas incomodam em demasia. Lembremos que igualmente na Europa um Édito do Conselho de Nantes no ano 658 ordenou destruir e enterrar profundamente no solo uma profusão de monumentos rochosos desconhecidos, todos originários de um remoto passado, os quais eram adorados e reverenciados pelas populações, sob a bizarra alegação que eram "vestígios do demônio". Sim, apesar de tudo, "A Terra é uma velha senhora misteriosa, e o homem conhece muito mal a sua história íntima". Segundo a Tradição, a Atlântida era conhecida como "A Civilização das Pedras Levantadas". TUDO, tudo mesmo, sempre faz sentido! E nesse particular, mais uma vez, estamos diante de uma certeza insofismável - de uma verdade avassaladora: qualquer semelhança que encontrarmos jamais terá sido uma mera coincidência! Enfim, é tudo mesmo como já profeticamente escrevera o grande Iniciado Yann Jeff Berr Jamin:
"Em nossa época, onde a magia do passado permite descobrir uma forma nova de Arqueologia, jovens espeleólogos são atraídos pelas matrizes naturais da Terra-Mãe. Exploram este mundo hermético e secreto no seio do qual nossos Grandes Antepassados praticavam seus cultos iniciáticos. Num futuro próximo, grandes descobertas serão feitas nos poços naturais. Os antigos mistérios dos fugitivos da Atlântida renascerão diante dos nossos olhos"







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